quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não é fácil ser Apple - Bastaram 2 meses para HP jogar a toalha


Why HP Is Killing Its Phone, Tablet Businesses

Less than two months after launching what was supposed to be its answer to the iPad, HP shocked the tech world on Thursday with an announcement that it would stop producing tablet computers and mobile phones that use the webOS operating system, and that it is also considering selling off its PC division.
The bold change in strategy for the world’s largest computer maker signals a shift away from consumer electronics and toward developing software for large businesses, analysts said. The abrupt change in course comes only a year after HP made a billion dollar commitment to selling smartphones and tablets by acquiring Palm.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

iPad 2 - Tempo de recarga




Quando fiz o teste com o Galaxy Tab fiquei um tanto surpreso com o tempo de recarga dele, por volta de 3h40m. O iPad foi além, muito além...
Fiz questão de deixar a bateria ir toda para o ralo (coisa que não é fácil) e espetei na tomada.
Às 11:25 comecei do zero e batemos os 100% às 17:31. É tempo pra chuchu... 6 horas.
A Apple não nos recomenda fazer este tipo de recarga freqüentemente, e sim, de vez em quando. É o que faço, sempre que tenho chance coloco no carregador e estou sempre na boa.
Uma vez por mês pretendo fazer um ciclo completo para aumentar a vida útil da bateria.

Agora vou partir para a segunda etapa. Vou utilizar o iPad normalmente, como faço todos os dias. Ligo o Wifi quando preciso, conecto ao iPhone quando não há rede por perto, não me privo de uns passeios pelo YouTube e nem dos joguinhos que divido com o Antonio. Vou levar na toada que já me acostumei (lembrem-se que desde que comprei o iPad não uso mais caderno na empresa ou no MBA). Falando nisso acabei de completar um Estudo de Caso inteiro da disciplina Estatística utilizando o Numbers (a planilha eletrônica da Apple) para iPad. Com direito a muitas fórmulas, formatações, gráficos e até figuras resenhadas a mão no excelente Bamboo Paper.

Aguardem os resultados. Depois farei mais uma recarga completa e parto para um teste mais barra pesada com tudo ligada e vídeos tocando o tempo inteiro para testar as 10 horas prometidas de autonomia.

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Estadão: Dilma - No limiar do descontrole

A sucessão de escândalos de corrupção no governo federal parece estar levando a presidente Dilma Rousseff ao limiar do descontrole. Segundo o noticiário de ontem, ao tomar conhecimento da prisão, pela Polícia Federal (PF), dos envolvidos na Operação Voucher, que apura irregularidades no Ministério do Turismo, Dilma demonstrou “grande irritação”. De acordo com fontes palacianas, classificou de “acinte” o fato de os detidos terem sido algemados, reclamou “furiosa” por estar sendo a toda hora surpreendida por operações da PF que lhe criam problemas políticos e cobrou satisfações do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF é subordinada.
É fácil entender que a chefe de governo perca a paciência ao se dar conta das proporções em que o aparelho estatal que herdou está contaminado pelo fisiologismo que seu antecessor institucionalizou. É igualmente compreensível sua aflição diante da grave ameaça que a denúncia e a repressão dos arrastões nos ministérios representam para a estabilidade da base de sustentação de seu governo. Afinal, hoje está mais do que evidente que o que manteve em pé essa construção, meticulosamente edificada ao longo de oito anos, foi a tolerância com os gambás introduzidos nos galinheiros.
Mas a ênfase com que a presidente passou a manifestar sua contrariedade com esses espetáculos pode dar margem à interpretação de que está tomando as dores dos denunciados, em vez de manter a atitude de isenção e respeito ao funcionamento das instituições que sua alta investidura exige. À chefe do governo não cabe “enquadrar” a PF, como têm sugerido, ou mesmo exigido, colaboradores e aliados. A polícia existe para investigar delitos e reprimir a ação de criminosos, colocando-os à disposição da Justiça. E deve agir de acordo com normas de procedimento que, se infringidas, sujeitam os responsáveis pelas infringências, por sua vez, a investigação, julgamento e, se for o caso, punições cabíveis. Não cabe, portanto, a altas autoridades palacianas, classificar de “exageradas” ou “atabalhoadas” as ações da PF que lhes criam problemas políticos. Nem ao líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, declarar que “houve abuso de poder do Judiciário e do Ministério Público”.
Até agora a presidente Dilma Rousseff vinha se comportando publicamente com exemplar sobriedade diante das repetidas denúncias de corrupção, apoiando a necessária “faxina” nos setores da administração comprometidos com a bandalheira. E essa atitude tem sido respaldada pela opinião pública, como demonstram as pesquisas. Mas a sua reação diante do mais recente capítulo de uma sucessão de escândalos como nunca se viu antes na história deste país, parece revelar que se está tornando irresistível a pressão daqueles que, tanto no governo como na base aliada, não admitem senão a maneira lulopetista de governar.
Pressionada por todos os lados e preocupada, principalmente, com o tensionamento das relações entre governo e PT, de um lado, e PMDB, do outro, Dilma recorreu a quem entende do assunto para se aconselhar. Em reunião com Lula em São Paulo, na terça-feira, foi orientada a “repactuar” a aliança com o maior partido da base aliada, cujos interesses estão sendo afetados pelos escândalos nos Ministérios da Agricultura e do Turismo. Resta saber o que Lula entende por “repactuar”.
Depois da porteira arrombada, parece impossível conter a catadupa de denúncias na mídia e as ações policiais contra o arrastão na administração pública, em especial na federal. É uma simples questão de se colher o que foi plantado durante oito anos. Trata-se, é claro, de uma lavoura que não foi inventada por Lula e pelo PT, que na verdade criaram fama denunciando pragas. O lulopetismo apenas aperfeiçoou métodos de semeadura e colheita. E o PMDB é o segundo maior beneficiário de toda essa criatividade. Na hora em que esses benefícios se transformam em constrangimento, “repactuar” a aliança parece significar a promessa do impossível ao parceiro: acabar com as denúncias e com as operações policiais e com a repercussão de tudo isso na mídia.
Dá para entender, portanto, a irritação da presidente. E lamentar que ela esteja dirigida na direção errada.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

iPad 2 x Galaxy Tab: Aquecimento


Muito bem, deu a hora de falar sobre o iPad. O principal objetivo é compará-lo com o Galaxy Tab que tive em mãos no início deste ano. Assim terei um referência.
De saída devo lembrar, aos que ainda não se deram conta, que sou um Applemaníaco (dentro das possibilidades, mas sou) e que, via de regra "puxarei a sardinha" para a Maçã, porém procurarei explicar os meus porquês. Naturalmente conviverei bem com opiniões contrárias.

Vamos lá!
Estar com um iPad 2 em mãos é totalmente diferente. Puxa vida, a Apple é mundialmente reconhecida pelo design de seus produtos. Chega ser covardia. O produto é mais bem acabado e tem melhor aparência.
No tamanho haverá uma questão de gosto. Pegar o Galaxy Tab com uma mão será vantagem para alguns. Outros preferiram a tela maior do iPad para ler, navegar e assistir vídeos.

Já no software é nítida (mesmo para quem não é Applemaníaco - e estou falando a verdade) a superioridade do iPad. A versão do Android disponível para o Galaxy é a mesma dos celulares, sem a mínima adaptação para um Tablet. A resposta é boa e tudo, mas no visual é chato ter de contar com uma grande margem preta rodeando seus aplicativos. Chego a ter certa inveja do Honey Comb (que passa ao ver o número de aplicativos disponíveis), mas desta versão que atualmente usam, não dá… A vantagem, por outro lado é a perfeita integração com os serviços Google.

O iOS é um show de interface. A coisa funciona de maneira lógica e fácil. Meu amigo Edmilson ficou pasmo de ver um bom número de velhinhos comprando o Tablet. Meu filho já se dava os primeiros toques com 1 ano e 10 meses. É muito fácil. Travamento de aplicativo? Isso é coisa do Android. Sei que acontece no iPad, inclusive comigo, mas é raro.

Só pra fechar essa primeira parte: já são mais de 200.000 aplicativos exclusivos para iPad. Literalmente tem aplicativo pra tudo!

O vídeo abaixo diz muito sobre o iPad (uns 40 milhões de unidades vendidas depois)…

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Esse mundo plano... Dormimos aqui, eles sofrem por lá... Perdemos todos

Vou dormir tranquilo daqui a pouco. Como disse em um post mais cedo, me agarrei a ideia de longo prazo, mas pelo visto muito gente vai passar a noite preocupada. Olha só que está acontecendo na Ásia exatamente agora:



“The unprecedented move to downgrade casts another shadow on the U.S. recovery and, as a result, on the pace of the global recovery,” said Andrew McLaughlin, chief economist at Royal Bank of Scotland.


“Weaker U.S. growth fundamentals and a synchronized global slowdown would affect China and Hong Kong’s exports — Hong Kong’s in particular, given that its exports are 33% of gross domestic product on a value-added basis, versus 18% for China,” said strategists at Daiwa Securities.


E por aí vai... (Clique aqui para ver o restante)

Cantem comigo: "se as águas do mar da vida... Segura na mão de Deus e vá..."

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

É sempre bom ouvir um Nobel


Paul Krugman no NY Times

To understand the furor over the decision by Standard & Poor’s, the rating agency, to downgrade U.S. government debt, you have to hold in your mind two seemingly (but not actually) contradictory ideas. The first is that America is indeed no longer the stable, reliable country it once was. The second is that S.& P. itself has even lower credibility; it’s the last place anyone should turn for judgments about our nation’s prospects.

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A crise dá o seu golpe mais forte

Estou fora do escritório e só agora parei para ver como anda o mercado. Imaginava uma segunda ruim, mas não esperava tanto.
A mim veio a lembrança daquele (que nem é tão "daquele" assim) setembro de 2008.
A grande diferença é que na época por um pouco de sorte e conhecimento todas as moedas do meu porquinho estavam em Renda Fixa (principalmente poupança).
Desta vez não. Estou sentindo na pele aquela sensação de ver parte do patrimônio derretendo. Nada de mais... Mas mesmo assim serve de aprendizado. Propensão ao risco eu já vi que tenho. Agora preciso aprender a atuar na chamada "ponta vendedora".
Agora a Ygnes (versão americana da nossa Inês) is dead e o negócio é se agarrar na noção de "longo prazo". Ou melhor, como diz aquela canção religiosa: "se as águas do mar da vida... Segura na mão de Deus e vá...".

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domingo, 7 de agosto de 2011

Dívida em relação ao iPad

Meu grande amigo Bruno Leuenroth (é sempre bom lembra que sou um dos poucos de fora da família que consigo soletrar o sobrenome dele) tem me cobrado, e com razão, algo que eu já deveria ter feito há algum tempo: escrever sobre o iPad.
Minha ideia é de reler o que escrevi na época em que estive com o Galaxy Tab em mãos e traçar um paralelo. Como já tenho compromisso para a 6 da manhã de amanhã nem tentarei começar hoje, mas fiquem com uma pequena entrevista via Twitter que o Bruno me fez... Desta semana não passa.



@elerson Me diga uma coisa, o iPad tem um lado ruim?

@brunoleuenroth É uma pergunta difícil. Ruim não encontrei nenhum, mas há espaços para melhorias (mais leve, fino, resolução, etc...)

@elerson E na operação dele, no software, alguma crítica?

@brunoleuenroth No software tmb. É melhor experiência de interface que se pode ter, mas há melhorias que, inclusive, o iOS 5 está trazendo.

@elerson Você sente falta de algo que você faça no Windows e que não consiga fazer nos aparelhos da Apple? #issojávirouentrevista

@brunoleuenroth No iPad às vezes atrapalha as incompatibilidades em arquivos do Office, mas isto é comum a outros dispositivos móveis.
@brunoleuenroth Tabelas, formatacões, etc podem vir desconfiguradas. Mas como disse acontece às vezes e não é "privilegio" do iOS.
@brunoleuenroth Quando trabalhei com Gestão de Projetos na S&C me fez muita falta um "Project pra Mac". Até existe e é melhor do que o MS...
@brunoleuenroth ... mas custava 500 doletas. O que fiz foi instalar o Windows no Mac e estava liberado para usar o MS. Resumindo...
@brunoleuenroth Não trocamos o Mac OS e o iOS por nada. Pra vc ter uma idéia esta tmb é a opinião da D. Onça que nem é ligada à Tecnologia.

@elerson Estou cada vez mais doido com um iPad pra mim! Mas você está devendo um post no blog sobre sua experiência! :) Abraços!











sábado, 6 de agosto de 2011

Ihhh, “meu querido”, a soberana ficou irritada…

Vou agir como aquele camarada que conta o final do filme...
Não percam o post do Reinaldo Azevedo que termina bem assim: "Então vamos atualizar as contas. Vocês até podem fazer uma tabelinha e andar com ela no bolso. Vai que topem com algum petista furioso em festa… Como Dilma entregou mais 1.500 casas hoje, então só faltam agora 2.760.500 casas. Como foram erguidas 239,5 mil em 28 meses, nesse ritmo, as demais serão entregues num prazo de 322,73 meses — ou 26,89 anos. Houve uma ligeira queda no ritmo de entrega…

É… Nunca antes na história destepaiz, meu querido!"

É só clicar aqui.


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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sinal dos tempos - S&P rebaixa rating da dívida dos Estados Unidos para AA+

Do Veja Online

Agência de classificação de risco considera plano fiscal americano insuficiente para sanar os problemas...

A agência de classificação de risco Standard&Poor's rebaixou a nota da dívida americana nesta sexta-feira para AA+, o que significa que a maior economia do mundo deixou de ser AAA. A agência, assim como a Moody's e a Fitch, vinha ameaçando rebaixar a nota do país se não houvesse sinalização de melhora para a situação fiscal do país no longo prazo. Com a aprovação do plano de redução de gastos do governo dos Estados Unidos e a consequente elevação do teto do endividamento, na última terça-feira, o fantasma do calote foi dissipado e as ameaças, por ora, cessaram. O rebaixamento da S&P, no entanto, surpreendeu os mercados na noite desta sexta-feira. Na próxima segunda-feira, é praticamente certo que haverá mais um dia de turbulência nos mercados (veja quadro abaixo).

"O rebaixamento reflete nossa opinião de que o plano de consolidação fiscal que o Congresso recentemente concordou em aplicar está aquém do que seria necessário para estabilizar a dinâmica da dívida de médio prazo do país", afirmou a agência em comunicado.

Ainda de acordo com a S&P, o rebaixamento significa que a eficácia, a estabilidade e a previsibilidade das instituições políticas e formuladoras de políticas dos EUA enfraqueceram, assim como foi previsto quando a agência colocou a nota do país em perspectiva negativa. "Desde então, mudamos nossa visão das dificuldades para a superação das divergências entre os partidos políticos quanto à política fiscal, o que nos torna pessimistas quanto à capacidade do Congresso e do governo de alavancarem seu acordo, esta semana, para um plano de consolidação fiscal que estabilize a dinâmica da dívida do governo em algum momento próximo", prossegue o relatório.

Continue lendo aqui...

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

INFOMONEY - Carteiras recomendadas: confira as melhores e piores performances de julho

Aos investidores de plantão... Para acessar a fonte é clicar aqui.

SÃO PAULO - Assim como nos outros seis meses de 2011, o desempenho médio das carteiras de ações recomendadas por bancos e corretoras foi superior ao do Ibovespa em julho. Contudo, por conta do mês bastante negativo do mercado brasileiro - com queda de 5,74%, o Ibovespa teve seu pior desempenho mensal desde maio de 2010, além de ter ficado pela 4ª vez consecutiva como pior investimento do mês -, nenhuma das 32 carteiras compiladas pela InfoMoney tiveram rendimento positivo no período.

O rendimento médio dos portfólios monitorados foi negativo em 5,65%, apenas 0,09 ponto percentual superior ao benchmark. Foi o pior rendimento médio das carteiras recomendadas desde que a InfoMoney começou a fazer esse levantamento, em janeiro de 2010.

Por conta dessa performance negativa, o resultado médio das carteiras no acumulado do ano passou de -2,56% para -7,91%. Já dentre os 27 portfólios que fazem parte do ranking acumulado em 2011, apenas dois mostram performance inferior ao índice de ações: Citigroup e Link Investimentos. Em junho, apenas a carteira da Link detinha uma performance pior que a do benchmark.

SLW é destaque positivo...
Em um mês em que todas as carteiras tiveram rendimento negativo, o principal destaque ficou com aquela que "perdeu menos". E quem conseguiu isso foi o portfólio "SLW moderado", que teve rentabilidade negativa de apenas 1,43%, desempenho 4,31 p.p. acima do Ibovespa e 4,22 p.p. superior à média das carteiras recomendadas.

Como o próprio nome da carteira sugere, essa lista de recomendações da corretora engloba ações com um perfil mais defensivo, sendo esta uma boa opção em momentos de turbulência no mercado, como o que estamos vivendo agora.

Em linha com essa estratégia moderada, a carteira da SLW detinha 60% de participação no setor elétrico, historicamente conhecido pelo seu caráter defensivo. Dentre elas, vale a pena destacar os papéis PNB da Coelce (COCE5, +9,22%) e os PN da Eletropaulo (ELPL4, +7,12%) como as maiores altas do portfólio. Além disso, a corretora também apostou nas ações da Telesp (TLPP4), que respondiam por 20% da carteira e subiram 7,49% em julho.

Por outro lado, as ações do Itaú Unibanco (ITUB4), que também respondiam por um quinto da carteira, recuaram 13,72% no mês, contribuindo para a performance negativa da corretora da SLW.

...e negativo
Se a carteira moderada da SLW teve a menor queda em julho, por outro lado a carteira "SLW Arrojada" reportou o pior desempenho no sétimo mês do ano, com rendimento negativo 9,85%, desempenho 4,11 p.p. abaixo do Ibovespa e 4,00 p.p. inferior à média das 32 carteiras compiladas pela InfoMoney.

Das 11 recomendações para o mês, apenas três apresentaram valorização no período: Paranapanema (PMAM3, +2,38%), Cyrela (CYRE3, +2,22%) e Vale (VALE5, +2,17%).

Além disso, a carteira arrojada da SLW detinha 10% de participação nas ações da GOL (GOLL4), que tiveram a pior performance dentre os papéis que compõem o Ibovespa, com queda de 35,59%. As fortes desvalorizações também apresentadas por Hypermarcas (HYPE3, -18,91%), Magnesita (MAGG3, -17,50%) e Gerdau (GGBR4, -13,99%) acentuaram ainda mais as perdas do portfólio.

SLW Moderado conquista 1ª posição no ano; Link segue na lanterna
Tendo a menor perda em julho, a carteira moderada da SLW tomou a liderança no ranking anual das carteiras, ganhando uma posição em relação ao mês passado, tendo agora um rendimento acumulado no ano de 6,51%, superando em 21,63 p.p. o Ibovespa e 14,42 p.p. a média dos 27 portfólios compilados pela InfoMoney em todos os meses de 2011. Primeira colocada no mês passado, a Amaril Franklin amarga agora a segunda posição, já que em julho sua carteira teve performance negativa de 4,88%.

Já a SLW Arrojada caiu cinco posições na passagem mensal, ficando na antepenúltima colocação, com rendimento negativo de 14,57%, apenas 0,55 p.p. acima do índice de ações da bolsa brasileira, mas 6,66 p.p. abaixo da média das carteiras acompanhadas pela InfoMoney.

Atrás dela, permanecem apenas os portfólios do Citigroup (-17,57%) e da Link Investimentos (-17,65%). A carteira do Citi, aliás, teve a 30ª pior rentabilidade de julho, mostrando queda de 8,78%.




Metodologia
Para realizar o levantamento de julho, a InfoMoney utilizou carteiras de ações recomendadas para o período mensal por 32 corretoras e bancos: Amaril Franklin, Ativa, BB Investimentos, BNP Paribas, Bradesco, Bank of America Merrill Lynch, Citi Corretora, Coinvalores, Fator, Geração Futuro, Geral Investimentos, Gradual, HSBC, Itaú BBA (carteira top 5), Link, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo, PAX, Planner, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV, UM Investimentos, Votorantim, Walpires, Win Trade e XP.

Para avaliar o desempenho no acumulado em 2011, cinco casas de research foram excluídas por não termos tido acesso às carteiras divulgadas para os meses anteriores. As corretoras excluídas foram Bank of America Merrill Lynch, BNP Paribas, TOV, Votorantim e Walpires. Isso explica, por exemplo, porque a Link Investimentos "subiu uma posição" em relação ao mês passado, embora ela também tenha sido a última colocada no ranking anterior.

Importante ainda destacar que:

1. A InfoMoney considerou a primeira publicação de cada uma destas carteiras nos referidos meses, não levando em consideração eventuais mudanças promovidas pelas corretoras e bancos no meio de mês.

2. As cotações consideradas nas comparações de desempenho são as de fechamento do último dia útil de cada mês, considerando sempre a cotação ajustada em um eventual provento que ocorrer no período (dividendo, juros sobre capital próprio, subscrição etc).

3. Utilizando metodologia semelhante à adotada no cálculo da carteira teórica do Ibovespa, o desempenho considerado das carteiras recomendadas em 2011 é cumulativo.



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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Porque sou amante da Tecnologia

Estou participando de uma conferência via Skype (que já dura 1h30m e vai ainda mais longe) em que 9 estudantes preparam um trabalho de MBA utilizando o Google Docs. Às vezes não paramos para pensar e tratamos como algo "normal", mas não é, ou melhor, não era. Há pouco tempo atrás isto seria impossível. Simplesmente impossível. De graça então?! Pensem nisso...


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terça-feira, 19 de julho de 2011

A GVT, as redes sociais e meu upgrade na banda.




Na semana passada lia no Valor que a GVT vai investir bilhões na expansão de sua rede. Na mesma hora comecei a imaginar que a vez Macaé estava chegando... Ao final da matéria vi que Feira de Santana, na Bahia, é uma das cidades que serão agraciadas - o termo é bem esse.

Já tive uma boa experiência ao escrever pra eles e ser respondido resolvi fazer de novo e enviei uma mensagem para a página da GVT no Facebook.
Como já esperava, não demorou muito e chegou a resposta. Vejam abaixo que não é exatamente o que eu queria ouvir, mas só de ter sido respondido (o que sinceramente não acho que aconteceria em outra operadora) fico satisfeito. Na verdade entendo as razões deles... o que fiz? Entreguei os pontos.
Fui até minha operadora de TV a cabo e solicitei um "upgrade" para 3 mega, o que vai me sair pelo mesmo preço de 15 na GVT. Paciência. Ter um iPad nas mãos e uma banda ruim é um desperdício.

A GVT está analisando cidades com mais de 500 mil habitantes em diferentes regiões do país e tem planos de começar a operar em 80 novos municípios nos próximos cinco anos. Em algumas cidades, como é o caso de Feira de Santana, já existe um projeto preliminar, mas ainda não há previsão de início das operações. Assim que tivermos novidades sobre a sua cidade, vamos postar aqui e lá no Twitter @gvtoficial.
Fique de olho! Agradecemos seu interesse! ;)

Abraços!




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domingo, 17 de julho de 2011

O Globo - BNDESPar se associa a grandes grupos e efeito colateral é uma 'perda' de R$ 3 bi

RIO - Contestadas por especialistas, seis das maiores operações realizadas nos últimos anos pela BNDESPar, braço de participações do banco, dão pistas de que podem não ter sido exatamente um bom negócio. São operações que envolvem desde a polêmica capitalização da Petrobras, passando pela internacionalização de frigoríficos brasileiros, até a compra de ações de empresa do bilionário Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. Levantamento do GLOBO mostra que as operações acumulam uma "perda" de R$ 3,04 bilhões em valor de mercado, considerando o montante injetado pelo banco para comprar participação societária nessas companhias a partir de 2007 em comparação ao atual valor das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A "perda", claro, é contábil, não se consolidou porque a BNDESPar não se desfez dos papéis.

Maior perda da carteira, o valor investido na compra de ações da Petrobras em setembro passado, quando ocorreu a megaoferta pública, encolheu em R$ 2,37 bilhões. O braço de participações do BNDES aplicou R$ 22,41 bilhões na empresa, numa operação bombardeada por especialistas. Desde então, os papéis preferenciais (PN) da Petrobras recuam 9,76% e as ordinárias (ON, com voto) caem 11,94%.

Para bancar a compra de ações da Petrobras, o BNDES, que tem como fonte de recursos o FAT e o Tesouro, transferiu R$ 15 bilhões para a BNDESPar.

Leiam mais aqui.




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quinta-feira, 14 de julho de 2011

E assim foi Londres

Texto criado durante o vôo de volta usando o Pages para iPad
Dia 1 - O mais importante em primeiro lugar








Chegamos em Londres após quase 24 horas de viagem. Não estou exagerando... Eu mesmo saí de Macaé às 5 da manhã de sábado para pegar a aula de Estratégia no Ibmec. Considerando que a chegada foi às 14 h de domingo (no horário de Brasília) dá para imaginar o cansaço... Mas sabem como é, Londres, verão, noites que começam lá pelas 21:30 h... Não resistimos e partimos para as primeiras incursões. Onde ir? Resposta obvia: Westminster.
Sair do metrô e dar de cara com o Big Bang chega ser emocionante (registrei isso quando o visitei pela 1a vez - http://www.youtube.com/watch?v=qbvkyJEvltU&feature=youtube_gdata_player)... Quando percebemos que também dá pra ver a London Eye aí o negócio fica mais interessante. Ali tem-se aquela sensação "agora tenho certeza de que estou em Londres".
Para jantar fechamos com um razoável restaurante italiano que fica na rua atrás da London Eye (na frente do Premier Inn Hotel). A viagem poderia terminar ali e já teríamos história para contar.

Dias 2-3 - O mais importante ainda: a viagem foi a negócio









O 2o dia começou com um prolongamento do primeiro. Aproveitamos para circular pelo "centro comercial" da cidade - os que conhecem sabem que estou me referindo à região da Regent, Oxford e adjacências.
Não poderia faltar aquela passadinha na Apple Store da Regent. Chegamos assim que a loja abriu e pudemos nos conectar for free em uma internet com 30 mega de velocidade (meu recorde pessoal).
Vendo a loja funcionar é fácil saber porque o modelo é bem sucedido. Somos convidados a experimentar, experimentar... Mac Genius à nossa disposição para sanar dúvidas de equipamentos nossos ou da loja... Dificilmente dá errado.
Essa volta foi apenas de reconhecimento porque o dia estava reservado para o início do seminário para o qual fomos convocados.
No evento pudemos ter uma melhor visão sobre os rumos companhia, as perspectivas para o futuro, o que se espera dos papéis ali representados, etc.
Algo que me deixou bastante satisfeito foi perceber como valeu a pena o que estudei até aqui. Naturalmente preciso melhorar muito, mas o que eu assimilei dos 2,5 dias de evento só foi possível graças às aulas de inglês que comecei lá na Viçosa de 1994 e que batalho até hoje para aprimorar - passei no vestibular sem falar nada e hoje consigo participar de uma rodada de discussões - por sorte me encontrei com minha gradissíssima amiga Valéria Zerbini no Facebook e aproveitei para agradecê-la pelo inglês que tenho, agradecimento este que estendo aos demais professores que tive. Além do idioma, me ajudaram muito os conhecimentos em gestão que me vieram do MBA e das leituras que faço (Exame, Você SA, etc). Falar sobre economia, finanças, estratégias, mercado brasileiro (aliás, menção honrosa ao nosso país pelas perspectivas no Oil & Gas) e ver que consigo não só entender, mas também contribuir é muito gratificante.
Assim, certamente volto da viagem mais preparado para enfrentar os desafios da minha função.

Dia 4 em diante - Andei, andei, andei...









O seminário terminou e só fizemos um ping pong no Paddington Court Rooms (hotel em que resolvemos ficar na região da Bayswater) e partimos para o inusitado: um passeio de bike, afinal, estava lá tão fácil, tão à disposicao que foi inevitável.
Contamos com a preciosa ajuda de uma jovem indiana e lá estávamos pedalando pelas ruas. Algo que no Brasil deveria ser seguido (mas reconheço que estamos longe disso).
Pedalar pelas ruas de Londres requer uma adaptação "positiva". Pelo menos pra mim não foi fácil assimilar a idéia de que estava em um lugar em que o motorista respeita, de verdade, o ciclista.
Há muitas ciclovias, mas onde elas não existem basta partir para o asfalto. Simples assim... Motoristas de ônibus, taxis e carros comuns desaceleram para dar lugar ao ciclista. Outra coisa que me chamou a atenção foi que até os ciclistas respeitam as faixas de pedestres e sinais vermelhos. Meu amigo Edmilson teve algumas dificuldades neste sentido (aliás em outros também, como andar sempre na contramão) e alguns londrinos tiveram a vida sob risco por um tempo.
A partir daí foi só andar, andar, andar... Como andei...









Fomos ao British Museum, ao Maritime Museum, ao Royal Observatoy (que só podia ser no alto de um morro), National Gallery e Natural Science Museum. Tudo isso com entrada franca (com algumas atrações pagas). Estivemos na London Bridge, Tower of London, City of London... Fomos também a inúmeras lojas... Tudo a pé... Fazia tempo que não andava tanto. Acho que desde que parei de trabalhar com a parte de campo de levantamentos topográficos.








Falando nisso, como Engenheiro Agrimensor vivi um momento ímpar. Estive na longitude 0. A linha imaginária de Greenwich que separa o planeta em Leste e Oeste. Como era de se esperar tirei a tradicional foto do histórico momento em que estive com cada pé em um hemisfério...
Todo este roteiro foi margeado por lojas e boas opções de alimentação. Claro que não faltaram McDonalds e Pizza Hut, mas também tivemos Aberdeen Stake House e outros.
Na London Eye fomos agraciados por um anônimo, provavelmente indiano, que estava com dois flyers que davam direito à uma entrada grátis para cada ingresso adulto comprado. Isto fez com que o passeio valesse ainda mais a pena. Lá o começo da jornada se dá com um filminho "4D" muito bem feito e partimos para a roda gigante.
O ponto alto, sem dúvida, de toda essa andança foi a apresentação do musical We Will Rock You. Por um preço equivalente à metade de uma boa peça no Brasil tivemos uma performance de padrão Broadway. Escrevi no Twitter que foi impressionante, amazing e tocante... Foi muito mais que isso.









Dia 8 - A volta pra casa e o tax refund









Já com as pernas e principalmente pés que não me agüentavam chegamos ao domingo de sol que deixamos pra Londres pra trás, mas antes disso uma menção ao excelente sistema de transporte local. Não é barato, mas a malha é tão grande, os modais tão interligados (inclusive as bikes) que faz o preço valer a pena.
Para ir ao aeroporto, por exemplo, andamos (o que mais eu poderia esperar?) por uns 10 minutos até a Paddington Station e de lá seguimos de trem numa viagem que em nada lembra o martírio de milhares de brasileiros que utilizam a malha nas grandes cidades - e olha a Copa vindo aí.
Chegando lá, partimos para buscar o refund dos impostos que pagamos em algumas compras.
Para os que não conhecem ou já ouviram falar e não têm detalhes, o Tax Refund é uma espécie de programa governamental que devolve para os "não residentes" aquilo que pagam de impostos em cada nota fiscal (o chamado VAT - seria tão bom se a carga tributária brasileira fosse assim tão simples).
A lógica por trás da devolução é que o turista não permace no país para usufruir dos benefícios gerados por estes impostos (saúde, educação, etc). Perfeito!
Foi a primeira vez que tentei e como não foi tão óbvio pelas dicas que encontrei vou deixar as minhas por aqui resumidas e já me prontifico a responder as dúvidas que aparecerem nos comentários. Vou tentar resumir mesmo...
1 - Em cada loja que fizer compra peça pelo "tax refund" ou algo parecido. O vendedor poderá preparar ali mesmo, te indicar um local no subsolo ou andar superior para levar a NF. Ele pode ainda dizer que a loja não oferece tal opção ou que o valor da compra não te dá direito ao refund (se não me engano abaixo de 20 libretas). Os Gift Cards do iTunes e App Store não dão direito ao benefício independente do valor;
2 - Ao chegar no aeroporto procure pelo "Customs, Tax Refund, VAT" guichê. No terminal 1 do Heathrow fica bem num bequinho ao lado direito da entrada para os portões de embarque. Quando fui a fila não estava grande e andou rápido... Você deve apresentar o cupom que pegou na loja com alguns dados preenchidos (nome, passaporte, endereço, etc). A pessoa vai olhar pra você fazer umas perguntas e carimbar o cupom - dizem por aí que podem pedir pra você mostrar o produto, mas não vi pedirem pra ninguém. Fique tranquilo, pois o processo já está na metade - no nosso caso esta etapa durou uns 40-50 minutos;
3 - Agora você deve passar pela entrada que leva aos portões de embarque (aquela em que somos revistados e em seguida temos acesso ao Freeshop) - lembrem-se que estou dando os passos do que aconteceu comigo em junho de 2011 no terminal 1 do aeroporto de Heathrow. Logo quando você entrar verá à esquerda um guichê arredondado da Travelex, empresa responsável por operacionalizar a devolução da grana. A fila no nosso caso não estava grande, mas o processo é um pouco demorado... Ficamos mais uns 40 minutos e aí foi só mostrar o cupom carimbado pela autoridade da "Receita Federal" deles e vão perguntar se querem o refund em cartão de crédito (que é de graça e dizem que demora uns 5 dias) ou em cash (cobram 2,7 libretas). Pronto. Acabou...
Mais uma dica sobre o refund: embora o VAT seja de 20% sobre cada NF não se empolgue. As lojas cobram uma taxeta administrativa, geralmente valor considerável, para manter o processo funcionando, por isso é bom pedir o cupom sempre, mas ficar de olho no NET Refund (valor líquido da devolução que você terá em mãos ao final).

Espero que tenham gostado das dicas. Qualquer coisa estou à disposição nos comentários.


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BlogPress pra iPad - Esperança de mais postagens

2 barcos, 2 disciplinas no MBA, 2 membros na família e muito interesse em usar o iPad tem me afastado aqui do Blog, por isso acabei de comprar o App BlogPress para tornar mais fácil as postagens por aqui...
Espero daqui a pouco postado texto que preparei ainda no vôo de volta sobre as aventuras em Londres. Veremos.


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segunda-feira, 4 de julho de 2011

iMove para iPad - era pra ser só um teste

Mágico... Foi assim que o iPad foi apresentado e ainda hoje a expressão é utilizada para descrevê-lo. Bastam poucos segundos com um nas mãos para percebermos que eles não estão mentindo.
Um exemplo disso é o vídeo que deixo abaixo - uma excelente forma de cumprir dois compromissos (demonstrar o iPad e falar sobre a viagem).
Minha intenção foi testar o iMove (editor de vídeos da Apple para iPod, iPhone e iPad) e quando parei pra ver o que tinha feito quase não acreditei. É muito fácil. É mágico... É tão intuitivo que não me requereu nenhum conhecimento prévio.

O que mais me impressionou foi a rapidez com que o resultado é atingido. O iMove me mostra quais são os vídeos, músicas e fotos que tenho armazenados e basta arratá-los para a timeline que me dará o filme. E só... Por suas características de processador e memória o iPad deixa o processamento muito rápido. A verdade é que gastei mais tempo definindo o que colocar em cada momento, que parte de cada vídeo eliminar, onde aumentar e diminuir a música, etc... O trabalho de edição em si é mamão com açúcar.
Pra variar o único senão foi a velocidade da minha internet que levou 1h05 min para subir o arquivo - onde está a GVT numa hora dessas?

O resultado está aí embaixo e para mostrar que realmente trata-se de algo diferenciado vou arrumar um tempinho para fazer uma espécie de making-off da edição e postar por aqui.

É meus amigos, Steve Jobs fala sério quando se refere à era pós-PC. De todo processo que levou a esse filme, da coleta das imagens (vídeos produzidos com meu iPhone) à publicação no YouTube, passando pela edição e postagem deste texto, a única fase em que um PC foi utilizado foi na sincronização com o iTunes que transferiu a "matéria-prima" para o meu brinquedinho. É ou não é mágico?!

Os que não conseguirem ver podem clicar em http://www.youtube.com/watch?v=T1wAw3WoidQ&feature=mh_lolz&list=HL1309776701.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Nada sobre o iPad? Sim. Tudo...

Alguns devem estar se perguntando se não vou escrever sobre o iPad. Vou sim... Só estou em uma semana de "adaptação".
O primeiro impulso em um apaixonado por tecnologia quando tem algo como um iPad em mãos é de querer ver tudo funcionando ao mesmo tempo. Já baixei algumas Apps, comprei a versão digital da EXAME desta quinzena e busco uma forma de sincronizar minhas tarefas do Outlook na empresa (contatos, calendário e email já foram). Por fim estou enfrentando um pequeno problema (não com o iPad, lógico) em transferir as minhas mais de 6.000 fotos e vídeos.
No início faltou memória ao meu velho Macbook para otimizar os arquivos e tive que correr atrás de uma solução que me liberasse espaço. Consegui com o já conhecido CleanMyMac. Em seguida percebi que meus álbuns estão uma bagunça e resolvi organizar...

O que estou tentando explicar (na verdade justificar) é que vendo uma coisa, vendo outra, o tempo vai passando e eu acabo por não escrever nada a respeito desta maravilhosa experiência de se ter um Tablet (principalmente um iPad) nas mãos.

Tenho inclusive que publicar alguma coisa sobre a última viagem. O texto eu já preparei no vôo de volta utilizando o Pages (editor de texto da Apple), mas preciso resolver esta questão com as fotos (algo que já está a caminho graças à inteligência coletiva que a internet me oferece) para ter as imagens e vídeos que pretendo publicar.

Eu poderia liberar estes textos sobre a viagem via PC, afinal já tenho as fotos e o texto, entretanto minhas intenções com o iPad vão além. Quero levar esta história de "post-PC era" ao máximo.
Sei que será tecnicamente inadequado, que PC, Tablet e Smartphone devem se complementar, mas quero testar a vida com um iPad e nada mais. Anotações de caderno, rascunhos, trabalhos do MBA, lazer em casa, leitura, banco, etc... Quero tudo no iPad.
Uma hora terei de dar o braço a torcer. Tenho consciência disto, mas quero saber que limite é esse.

Portanto amigos leitores, peço um pouco de paciência porque sei que valerá a pena.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Dificuldade em algo tão fácil - a busca da internet em Londres

Muito bem, 1:15 da manhã em Londres e eu tentando me conectar à internet. Não que não haja opções, mas poderia ser mais fácil.
Meu porto seguro sempre será a Apple Store que por aqui já me fez chegar ao meu record de navegação (30 mega), mas convenhamos que uma hora dessas nem eu estaria lá.
No hotel onde fiquei até quarta tive de pagar por um hotspot. 15 libretas por 10 horas. Caro, porém mais barato do que ligar pra casa de outras formas.
Já no hotel que estou agora tive o cuidado de escolher um com net grátis, mas olha que surpresa agradável: na rede deles é barrado qualquer programa, aplicativo ou site ligado a redes sociais. Fiquei sem Skype, Facebook, MSN, etc... Tentei o messenger do Yahoo e... Nada...
Como dizem por aí temos que apanhar para aprender bater, por isso me saí com uma outra idéia. Por que não comprar um chip pré-pago com uma quantidade qualquer de dados? Parti pra cima e não poderia ser mais fácil. Em menos de 5 minutos eu já tinha um número inglês e algumas centenas de dados pra fazer o que quiser. A velocidade é aquele tradicional 1 mega do Brasil. Problema resolvido? Nananinanão... Parece brincadeira. Aliás, em parte sim. Antes de sair da loja meu iPhone já estava conectado ao Skype.
O "senão" é que de todas as operadoras que atendem por aqui (com certeza um número maior do que temos no Brasil), apenas uma libera o Personal Hotspot. Isso significa que minha internet está presa no iPhone e não dividí-lá com o iPad - exatamente meu maior objetivo.
Agora já foi... Resta a resignação de alguém que é muito bem servido pela Vivo neste quesito. Bom encontrar mais um item em que estamos melhores do que eles...
PS: todo este post foi escrito utilizando o Pages (para os que não conhecem, trata-se do "Word" da Apple) para iPad. Um espetáculo à parte que, com certeza, escreverei a respeito.
Sent from my iPad

domingo, 12 de junho de 2011

A sua TV na internet... A internet na sua TV

Esta semana saiu uma notícia interessante. Em 04 anos teremos mais TVs conectadas à internet  do que pessoas. Quem saiu com essa foi o pesquisador Brian David Johnson (o cara é futurista profissional da Intel) e eu trago esta informação do site da INFO.

Pensem bem nisso... Digamos que não chegue a tanto, mas pense mesmo assim. Que impacto teremos? A TV, do jeito que é hoje é um canais de venda dos mais usados. Do ponto de vista do usuário estamos acostumados a ter alguém "montando" a programação pra nós e alguns hábitos terão de ser refeitos.

Hoje me senti um observador privilegiado desta tendência. Minha TV já está conectada! (Embora todos saibam que minha internet não é das melhores).
Não existe dia melhor para se ver livre da TV como a conhecemos do que um domingo. Enquanto Faustões, Gugus, filmes repetidos e documentários chatos na TV paga brigam por nossa atenção pude fazer um teste simples e comecei a navegar pelo YouTube. Posso dizer: é incrível! Era só clicar, aguardar poucos segundos (o que me surpreendeu no início) e está lá, tudo lá... Tem para todos os gostos, desde os desenhos da Pantera Cor de Rosa ao Mister Maker do pequeno Antonio, apresentações de música clássica, shows das bandas mais diversas (inclusive a já famosa Banda Mais Bonita do Brasil - pra ser sincero acho muito auê para poucas linhas de letra, mas vá la...). Se o seu negócio é esportes tem muita coisa lá... Enfim, há uma infinidade de conteúdo. Não estou exagerando. Pense em algo que você assistia quando criança, aliás, pense em algo que seu avô assistia quando criança. Saiba que está lá... Um pouco de Sinatra?! My way, New York... Palestras, cursos? Vai lá pra ver...

Sem comerciais, sem breaks, sem nada... Os mais céticos podem levantar uma dúvida: e a qualidade de som e imagem?
É verdade... Nem tudo são flores, mas tem tanta coisa lá que um vídeo com baixa qualidade pode ser rapidamente retirado de cena e entrará outro com excelente performance. De mais a mais estou em casa e não sou o João Gilberto - consigo lidar com a imperfeição.

Pois bem, se preparem... Não sei se a profecia do Brian vai se concretizar no tempo em que ele determinou, mas que vai, isso tenho certeza. Pode demorar pra alguns. Pra mim já é realidade.

Abaixo uma pequena demonstração.






sexta-feira, 3 de junho de 2011

Cancelamento do Oi Velox - Vamos ver como será a experiência 2

Pois bem, hoje a tarde em incríveis 25 minutos eu consegui cancelar o meu Oi Velox. Digo "incríveis", pois esperava mais, o que quer dizer que sim, mais uma vez a Oi me surpreendeu positivamente.
É claro que houve percalços. Tive de informar meu telefone, nome completo e 3 primeiros dígitos do CPF umas 4 vezes... Haja paciência. Em seguida ocorreu aquele tradicional "já que o senhor que sair podemos te oferecer um desconto".
Agora é aguardar pra ver se, na prática, realmente deixaram de me cobrar e, mais ainda, se não haverá multa contratual (afinal, a Oi é aquela que anuncia que não utiliza deste método). Veremos... Por enquanto posso dizer que voltaria a tentar a empresa algum dia no futuro.

Reinaldo Azevedo - Palocci se nega a dizer o essencial; resposta sugere que, em 5 anos, “consultoria” pode ter rendido, no mínimo, R$ 36 milhões. Nunca antes…


Vamos ver. O que o ministro espera dos brasileiros?
Ele deixou claro: “É preciso ter boa-fé”.
Ele vai entregar todos os documentos, insistiu, aos órgãos competentes. É o que fazem os empresários normais, sem dúvida. Mas Antonio Palocci é um político. É o ministro mais importante do governo Dilma. E como ele explica a montanha de dinheiro que ganhou, acima do que recebem empresas sólidas da área?
Bem, ele não tem explicação para isso, não! E também não vai divulgar a lista de seus clientes. No máximo, listou os setores: indústria, serviços, setor financeiro (bancos e corretoras, fundos de investimento. Ou seja: tudo!
E por quê? Referindo-se à construtora WTorre, ele lembrou que a divulgação de que trabalhara para a empresa fez com que deputados de oposição levantassem suspeitas sobre uma restituição tributária que a construtora recebeu em tempo considerado recorde. Bem, foi seu pior momento: quem já não entendia nada ficou na mesma; quem sabia do que ele estava falando percebeu que ele estava tentando dar um truque no repórter Júlio Mosquera, que soube contraditá-lo.
Quem já viu Palocci no melhor de sua forma sabe que ali estava o famoso pato manco: vexado, meio envergonhado, sem poder dizer o essencial. Afinal, ele quer a nossa boa-fé. E ponto.

...
Leia a íntegra no Blog do Reinaldo Azevedo.

Cancelamento do Oi Velox - Vamos ver como será a experiência

Estou me preparando para receber o iPad 2... Isto implicará na necessidade de uma internet que vá além dos parcos "600epoucos k" que consigo aqui em Macaé (pelo mesmo preço que a GVT oferece 10 mega aos meus pais em Vitória - se inveja matasse...).
Meu planejamento, naturalmente, envolveu a troca de meu fornecedor de banda larga. Como só tenho duas opções não tive dúvidas: pedi o Oi Velox.
O atendimento inicial só poderia ser o máximo. Em poucos minutos via internet fiz toda a solicitação e em poucos dias (mesmo aqui em Macaé) recebi o kit de instalação.
Inacreditavelmente no kit não há nada sobre a instalação em computadores Apple, mas isto não foi problema, pois o Suporte da Oi foi extremamente eficiente e deu um show via telefone. O próximo passo seria plugar meu roteador wifi (Airport Express - quem conhece sabe que é só conectar que ele faz o resto) e aproveitar feliz da vida a nova aquisição, PORÉM, não funcionou por nada neste mundo. Minha ligação foi redirecionada a um especialista que após as primeiras verificações me informou que não poderia fazer nada, pois o papel dele e da Oi é levar o sinal até a minha casa. Se tenho problema com meu roteador wifi, "azar o meu" (claro que ele não disse isso, mas a forma como falou não deixou dúvidas). Tentei convencê-lo a me ajudar de alguma forma, afinal, certamente ele ou quem estava sentado ao lado já deu um help pra alguém com o mesmo problema. Nada feito... Sua sugestão final foi um sincero "procure no Google que o senhor encontrará algo". Sem opções reclamei que isto prejudicaria minha experiência com o serviço, mas ficou nisso...

Comecei então a usar o Mac conectado no fio para fazer testes de velocidade e, para minha surpresa, o sinal sumiu e voltou umas 4 vezes. Não preciso de mais nada! O Oi Velox não serve pra mim e acabei de tentar devolver.
Na primeira tentativa uma "grata" surpresa: apesar de uma atendente pegar todos os meus dados, perguntar o motivo da ligação, etc, fui informado por uma "voz eletrônica" que o setor responsável só vai até as 21 horas. Pois bem, como não posso sentar e esperar enviei a seguinte mensagem para a Oi. Acompanhem as cenas dos próximos episódios. Até a chegada de uma banda larga de verdade em Macaé (o que pra mim atualmente significa ou NET ou GVT) ficarei na minha internet a cabo.


Boa noite,
Escrevo para informar que agora há pouco entrei em contato com o 10331 para solicitar o cancelamento de meu Velox (protocolo 20111072054608) que recebi em minha casa ontem.
Informo ainda que a remessa, bem como a NF emitida constam da data de 27/05, portanto encontro-me dentro do prazo estabelecido no Código de Defesa do Consumidor para a devolução do produto adquirido.
Lamento ter perdido algum tempo aguardando ser atendido e depois repassando os dados inicias (nome, telefone, CPF) para logo em seguida ser "encaminhado ao setor de cancelamentos" e receber uma mensagem automática dizendo que o atendimento vai até às 21 h. Por que a 1a atendente não me informou?
Como tenho dúvidas sobre como proceder neste caso estou publicando posts no meu Blog e Twitter (alem outras redes sociais) como forma de divulgação da minha experiência no contato com a Oi. A depender do resultado deste atendimento penso em cancelar também minha linha fixa.


Agradeço a atenção,
Elerson Nilseler Nogueira
03/06/2011 às 0:16 h

Prezado (a) Elerson Nilseler Nogueira

Suas críticas foram recebidas pela Oi e estão sendo cuidadosamente processadas pela área responsável.

Por favor, aguarde nosso contato em até 10 dias corridos.

O número do seu protocolo via internet é: 229199331947, de 3/6/2011.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Se não mudar de idéia, Palocci falará à Nação amanhã - Blog do Noblat - O Globo.mobi

Blog do Noblat

Se não mudar de idéia, Palocci falará à Nação amanhã

02/06/2011 - 15:59 (Ricardo Noblat)

O chefe da Casa Civil da presidência da República, ministro Antonio Palocci, decidiu falar à Nação amanhã sobre o crescimento vertiginoso de seu patrimônio nos últimos quatro anos.

A decisão de falar já foi comunicada por ele a presidente Dilma Rousseff, a alguns dos seus colegas de ministério e a governadores que compareceram, hoje, ao lançamento do programa de erradicação da miséria extrema.

Palocci não disse se dará uma entrevista coletiva ou se se limitará a fazer um pronunciamento a ser transmitido pela empresa de rádio e de televisão do governo - e por tantas outras emissoras de rádio e de televisão que assim desejem.




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