terça-feira, 27 de setembro de 2011

4 de outubro - iPhone 5

Vem aí o mais novo sonho de consumo... Vejam que os caras inovam até no convite: Terça, dia 4, às 10 h, naquele endereço do mapinha e haverá um mensagem pra você! Veremos.



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Gangorra financeira - teremos um alívio hoje?

(BN) Stocks, U.S. Futures Rise on European Outlook; Copper Snaps Seven-Day Drop
Stocks, Metals Gain on European Crisis Outlook; Treasuries Fall

Sept. 27 (Bloomberg) -- Stocks gained for a third day and commodities rallied, with copper snapping a seven-day slump, on optimism European leaders will solve the region’s debt crisis. Treasuries and bunds declined.

The MSCI All-Country World Index added 1.6 percent at 10:29 a.m. in London as the Stoxx Europe 600 Index jumped 2.4 percent. Standard & Poor’s 500 Index futures climbed 1 percent. Copper rose 1.6 percent and silver futures advanced 6.7 percent. The 30-year Treasury yield increased six basis points, with the 10- year German bund yield gaining seven basis points. Italian and Spanish 10-year bonds traded higher as the nations sell debt. The euro weakened 0.2 percent to $1.3502.

U.S. Treasury Secretary Timothy F. Geithner predicted that European governments will use more force to resolve the region’s crisis after they heard the concerns of global finance officials during meetings in Washington last weekend. Opting for a government default in the euro region would be “voting for suicide,” European Central Bank Executive Board member Lorenzo Bini Smaghi said in an interview with the Australian Financial Review published today.

“There has been no concrete alteration in the structure of the euro zone since the end of last week but the market has been willing to clutch at the idea that politicians at least recognize there is an urgent requirement for action,” Jane Foley, a senior foreign-exchange strategist at Rabobank International in London, said in a report today.

BNP Paribas

The Stoxx 600 is heading for the biggest three-day gain this month after sliding to a two-year low on Sept. 22. Allianz SE and Axa SA, Europe’s biggest insurers, surged more than 7 percent. BNP Paribas SA and Deutsche Bank AG, the largest banks in France and Germany, rallied 7.6 percent and 9 percent, respectively.

The cost for European banks to convert euro payments into dollars, measured by the one-year cross-currency basis swap, declined to 68 basis points less than the euro interbank offered rate, from 70.5 basis points yesterday. The cost was 75 basis points under Euribor on Sept. 22, when the swap was the most expensive since December 2008.

The cost of insuring against a default on European bank bonds fell, with the Markit iTraxx Financial Index of credit- default swaps dropping 16 basis points to 260, according to JPMorgan Chase & Co.

The gain in S&P 500 futures indicated the U.S. gauge will climb for a third day. Data today may show the S&P/Case-Shiller index of property values in 20 U.S. cities fell 4.4 percent from July 2010, the 10th consecutive year-on-year drop, according to the median forecast of economists surveyed by Bloomberg. A separate release may show consumer confidence climbed this month from the lowest in more than two years.

Silver, Oil

Silver futures rose after falling 26 percent the past three days, and copper rebounded from a 17 percent slide in seven days. Oil advanced 3.1 percent to $82.72 a barrel in New York.

The MSCI Emerging Markets Index added 3.9 percent, set for the steepest rally since May 2010, after closing yesterday at a two-year low. South Korea’s Kospi Index jumped 5 percent, the most since January 2009. Indonesia’s Jakarta Composite index added 5 percent. Benchmark indexes gained more than 3 percent in Poland, Hungary and the Czech Republic. The rand appreciated 1.9 percent against the dollar as commodity prices surged.

Israel’s TA-25 Index rose 1.6 percent after the central bank unexpectedly cut the benchmark interest rate for the first time in 2 1/2 years yesterday after the market closed.

The two-year Treasury note yield rose as high as 0.2391 percent, the highest since Aug. 9, before the government sells $35 billion of the notes today.

Debt Sales

The yield on the 10-year Spanish bond declined nine basis points. The government sold 3.22 billion euros ($4.3 billion) of three- and six-month bills, compared with the Treasury’s maximum target of 3.5 billion euros. The yield on the three-month debt was 1.692 percent, compared with an average of 1.357 percent when similar securities were last auctioned on Aug. 23. The six- month bills yielded 2.665 percent, compared with 2.187 percent last month.

Italy’s 10-year bond yield slid six basis points. The nation auctioned 8 billion euros of 182-day bills to yield 3.071 percent, up from 2.14 percent at the last auction of similar- maturity debt on Aug. 26. The Rome-based Treasury also sold 3 billion euros of 76-day bills to yield 1.808 percent. The 3.5 billion euros of 2013 bonds yielded 4.511 percent.

The 17-nation European currency depreciated 0.2 percent against the yen, with the Dollar Index, which tracks the U.S. currency against those of six trading partners, rising 0.2 percent. The New Zealand dollar advanced 0.8 percent against the greenback, with the Australian currency rising 0.5 percent.

To contact the reporters on this story: Stephen Kirkland in London at skirkland@bloomberg.net Shiyin Chen in Singapore at schen37@bloomberg.net

To contact the editor responsible for this story: Justin Carrigan at jcarrigan@bloomberg.net

Find out more about Bloomberg for iPad: http://m.bloomberg.com/ipad/


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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

iPad vários dias depois

Encontrei um bom post no AlleyInsider (site sobre Tecnologia que leio com frequencia) que vou aproveitar para falar um pouco mais sobre o iPad. Nele o autor, Dan Frommer, comenta o seu uso do equipamento depois de 500 dias.
Vale  a leitura completa (há inclusive links para o que ele escreveu após 100 e 300 dias) e por aqui vou comentar os tópicos que achei mais importantes

- Seu tempo de uso tem sido entre 30 e 60 minutos diários. O meu certamente está mais. Desde a compra não uso mais caderno no MBA e no trabalho, além de ter a assinatura digital da EXAME;
- 75% do tempo ele navega na Internet. É possível que meu percentual também seja alto, mas o de todo mundo seria;
- Embora tenha algumas assinaturas de revistas, ele não tem utilizado o iPad para lê-las. No meu caso só leio a EXAME nele, a VEJA sempre sai a versão gratuita e a edição de sexta-feira do VALOR, além dos aplicativos do Globo e da Folha;
- Ele já não usa o 3G. Eu nem comprei a versão 3G...
- Ele ainda prefere o MacBook Air como o dispositivo móvel preferido. Talvez se eu tivesse um também preferisse, mas a portabilidade do iPad é incomparável;
- Ele acredita piamente que o iPad é o futuro da computação... Quem sou eu pra discordar...

Lá há outros pontos, mas estes são os que achei mais relevantes. Sem dúvida nenhuma o iPad faz jus à fama que tem. Li ontem que Tablet da RIM (fabricante dos BlackBerries), o PalyBook, teve um "razoável" volume de vendas no trimestre passado. Não me lembro o número exato, mas a proporção era de 1 para 19 contra o iPad. Isto mesmo, a Apple vendou 19(!) vezes mais iPads do que a RIM vendeu o seu coitado. E os caras ainda estão satisfeitos...
Também, poderia ser pior... A turma da HP que o diga.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

GVT lança hoje pacote de banda larga de 35 MB a R$ 99

Já escrevi sobre a GVT algumas vezes. Sou louco para que eles, ou qualquer concorrente que faça a banda larga realmente valer a pena, apareçam por Macaé.
A ausência de concorrência me faz paga 120 reais por exíguos 3 MB... Chega a bater aquele desânimo. Pago 20 reais a mais para ter uma velocidade 11 vezes menor. É a vida...

Do Portal Exame
Banda larga de 35 Megabytes custava R$ 199. Novo pacote será lançado na Futurecom 2011

São Paulo - A GVT lançará hoje na Futurecom 2011 um pacote de banda larga de 35 Megabytes (MB) a R$ 99, uma redução em relação ao valor praticado anteriormente de R$ 199. O presidente da GVT, Amos Genish, afirmou que pelo mesmo preço em 2012 o pacote poderá crescer para 50 MB. "Hoje, 56% das novas vendas da GVT em banda larga são 15 de MB ou mais. Isso significa que, quando se apresenta ao usuário um preço acessível, ele, que tem necessidade, vai comprar", disse o executivo, que falou na abertura do congresso, logo após o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg.

Em uma clara crítica à Anatel, o presidente da GVT disse que investimento em Backbone (infraestrutura de rede) é chave e que a agência tem a oportunidade de tornar o preço acessível para a população. "De verdade, ninguém vai acreditar que 1 MB a R$ 35 com garantia mínima de download de só 10% seja o suficiente. Tudo bem para começar, mas não é ideal para o futuro".

Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/gvt-lanca-hoje-pacote-de-banda-larga-de-35-mb-a-r-99

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Location:Praça Evandro Lúcio do Amaral Drumon,Macaé,Brasil

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Peguei esta época - Once a Leader, Yahoo Now Struggles to Find Its Way

Do New York Times


SAN FRANCISCO — Yahoo has been one of the most-visited sites on the Internet since its glory days as a Web portal. Yet as the rest of the Internet moved on to social networks and mobile devices, Yahoo has failed to keep up.
That became painfully clear Tuesday when Yahoo’s board abruptly fired its chief executive, Carol A. Bartz. She focused on bolstering Yahoo’s online media and original reporting, but neglected to develop the new social networking tools, video services or mobile apps that people now prefer to use. In that way, the tale of Yahoo’s misfortunes is not just one of management woes, but a vivid illustration of the transition from Web sites that publish professional content to a new digital world dominated by mobile phones and sites where the users are the content creators.


Leiam mais aqui...


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Apresentação de trabalho no iPad - um show de antes do início até depois do fim




Depois de duas semanas consecutivas de provas posso voltar a falar sobre o iPad. E desta vez não terei como comparar com o Galaxy Tab. Não tem comparação.
Uma das verdades sobre o iPad, em minha opinião, é que ele tem um grande, enorme, diferencial: é feito pela Apple. Pode parecer pouco, mas só quem conhece a marca de perto entende o que estou dizendo.

Em um destes sábados de prova eu também tive uma apresentação de trabalho. A matéria, excelente por sinal, era Estratégia e objetivo era criar um negócio fictício para exercitar os conceitos aprendidos (Definição de Negócio, Missão, Análise de Porter, PEST, SWOT, etc).
Éramos 9 no grupo para entregar uma parte escrita e uma apresentação de até 20 minutos.
A parte escrita ficou por conta do Google Docs. Uma experiência incrível em que 18 mãos, por vezes escreviam ao mesmo tempo. Tudo ali em tempo real. Além disso, o Skype mostrou serviço e nos capacitou a conversar enquanto escrevíamos... Ficou excelente! Minha parte foi toda escrita na versão móvel do Docs.

Mas foi na apresentação que o iPad se sobressaiu. De antes do início até depois do fim...
Talvez tenha sido o momento até agora em que mais coloquei em prática aquilo a que me propus de dispensar qualquer outro computador e tocar toda minha vida via iPad. No limite.
Já estava me coçando para colocar meu Keynotes (o "PowerPoint" da Appel - versão para iPad) para trabalhar e com a parte escrita mais ou menos definida parti para criar uma nova apresentação. Atenção: deitado no sofá da minha casa, com as pernas para o ar.
Estava com três operações rodando ao mesmo tempo. O Keynotes onde criava a show, o Google Docs no Safari (navegador da Apple) onde ia buscar os textos e o Google Images, também no Safari, para buscar imagens para enriquecer o conteúdo. Só isso e mais nada...

A coisa é de uma facilidade que parece mágica. Pegava fotos, colava, dimensionava, rotacionava, acrescentava efeitos, animações. Tudo na ponta dos dedos. Incrível.
Como estava em Macaé apareceu a primeira e única dificuldade. Com todos os outros integrantes morando no Rio e sem iPad (coitados) não tinha como mostrar a eles. O que fazer? Que sorte ter um computador Apple por perto.

Transferi as versões para o Mac, mas não tinha o Keynotes para abrir lá. O que fazer? Comprar e esperar chegar o CD de instalação? Nem pensar... Estamos falando de Apple e isto é coisa do passado. Há uma App Store para computadores Macs. Fui lá, encontrei o Keynotes, 19 reais, 3 minutos para baixar mais uns 2 pra instalar e lá estava eu com a apresentação em minha máquina. Por que isso?
A versão do Keynotes para iPad só exporta para o formato próprio (que eles não conseguiriam abrir), PowerPoint (que não teria graça nenhuma) e PDF (nem a pau!). Já no Mac eu teria a possibilidade de exportar para vídeo e eles teriam a real noção do que nos aguardava. É claro que ficaram encantados.

Para o dia "D" mais um agrado. Por 69 centavos de libra comprei o Remote para iPhone. Assim com o telefone na mão seria capaz de controlar as mudanças de slide via Bluetooth (funciona também via wifi). De quebra ainda teria o slide atual na tela do iPhone com um espaço dedicado ao tempo decorrido e anotações ocultas na projeção. É ou não é um espetáculo?

Chegar em aula apenas com um Tablet debaixo do braço, conectar ao projetor, tirar o iPhone do bolso e começar a falar é incrível. E este Tablet só pode ser um iPad. Palmas pra ele, que dizer, palmas para o grupo. Ao final, com o trabalho escrito em mãos (aquele do Google Docs), o professor nos elogiou e disse assim: quem é próximo? É só desfazer a "estrutura" Apple que foi montada...



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HP 12c faz inacreditáveis 30 anos sem mudanças e ainda é um sucesso

Do site CNET

You probably change your computer every couple of years and update your phone based on Apple's release cycles. But chances are that inside your briefcase or in your desk drawer, there's a gadget that hasn't been changed for decades. It still works well, and you like it just the way it is.
The device in question is the HP 12c calculator, first launched exactly 30 years ago today, on September 1, 1981. Ever since, without much fanfare, it's been a quietly vital tool in finance, business, and academia. According to HP, the 12c is still one of only two standard calculators permitted for use during financial professional certification exams. This is because when it was released, the calculator offered more-accurate computations than the federal standard. It also features an unmatched keypad layout that provided unprecedented ease of use. The device itself is compact enough to fit in a pants pocket.

During a chat with CNET, Dennis Harms, the project manager of the original HP 12c, revealed a few secrets of the HP 12c's success. First of all, it was the first calculator from HP to feature Reverse Polish Notation (RPN), which improves user input efficiency. For example, to get the total of 4 plus 6, you just have to type in "4 [enter] 6 [enter] +", instead of having to use the equal sign. This cuts down the time a user has to work on the keypad.
However, the design is one of the best parts, according to Harms, because it minimized the amount of components inside. Essentially, the calculator has only three main parts: the processor, the RAM ROM Display Driver chip (aka "R2D2") and a digital clock. This allows the product to last for years on just two miniature replaceable batteries. "The processor itself computes in decimal, instead of binary, making the calculation very accurate and fast at the time," Harms said. The HP 12c is also one of the first devices that uses CMOS for its circuit-board and 10-digit registers as its memory.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Alguns dias sempre chegam - STEVE JOBS RESIGNS

Do AlleyInsider


Terrible and sad news from Apple this afternoon:
CUPERTINO, Calif.--(BUSINESS WIRE)-- Apple’s Board of Directors today announced that Steve Jobs has resigned as Chief Executive Officer, and the Board has named Tim Cook, previously Apple’s Chief Operating Officer, as the company’s new CEO. Jobs has been elected Chairman of the Board and Cook will join the Board, effective immediately.
“Steve’s extraordinary vision and leadership saved Apple and guided it to its position as the world’s most innovative and valuable technology company,” said Art Levinson, Chairman of Genentech, on behalf of Apple's Board. “Steve has made countless contributions to Apple’s success, and he has attracted and inspired Apple’s immensely creative employees and world class executive team. In his new role as Chairman of the Board, Steve will continue to serve Apple with his unique insights, creativity and inspiration.”
Here's Steve's letter to the board and community:
To the Apple Board of Directors and the Apple Community:
I have always said if there ever came a day when I could no longer meet my duties and expectations as Apple''s CEO, I would be the first to let you know. Unfortunately, that day has come.
I hereby resign as CEO of Apple. I would like to serve, if the Board sees fit, as Chairman of the Board, director and Apple employee.
As far as my successor goes, I strongly recommend that we execute our succession plan and name Tim Cook as CEO of Apple.
I believe Apple''s brightest and most innovative days are ahead of it. And I look forward to watching and contributing to its success in a new role.
I have made some of the best friends of my life at Apple, and I thank you all for the many years of being able to work alongside you.
Steve
There seems to be some frustration and confusion about why Steve didn't specify exactly why he was leaving. Unfortunately, we think he did specify it. See the first paragraph of his letter above.
This is tragic news, not just for Apple and the Apple community but for Silicon Valley and the country.
We wish Steve Jobs and his family all the best.


Read more: http://www.businessinsider.com/steve-jobs-resigns-as-ceo-of-apple-2011-8#ixzz1VzX5eVvy

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Editorial Folha: Barris a menos

Os resultados da Petrobras no segundo trimestre mostram que a realidade operacional da empresa desperta mais preocupação que a simples leitura de um lucro de R$ 10,9 bilhões pode sugerir. O rápido aumento de custos em todas as áreas -exploração, produção, refino, administração- impede que a estatal se beneficie a pleno do preço do petróleo ainda elevado.

Apesar de a receita, de R$ 61,5 bilhões, ter subido 12% sobre o trimestre anterior, o lucro estancou. Os custos de extração cresceram 15% na mesma comparação e 34% ante o segundo trimestre de 2010.

Tais resultados ajudam a explicar o fraco desempenho na Bolsa. As ações da estatal estão em queda de 29% no ano, contra cerca de 10% da média global do setor. A declaração infeliz do presidente da empresa, José Sergio Gabrielli, de que ingerência política é a regra em companhias como a Petrobras, só piora esse quadro.

Há boas e más decisões políticas. Um exemplo controverso ocorre no refino, área em que a empresa perdeu dinheiro -R$ 3 bilhões de prejuízo no segundo trimestre- em razão da opção do governo de não repassar o aumento de custos aos preços.

Com base no objetivo da política econômica de controlar a inflação, o governo espreme a capacidade financeira da Petrobras. Deveria haver uma regra clara de repasse de custos do petróleo aos preços dos derivados, a fim de conciliar esses dois interesses.

Outro ponto que depõe contra a estatal é a dificuldade de aumentar a produção, estagnada em torno de 2 milhões de barris por dia desde 2009. A meta diária original de 2011 baixou de 2,3 milhões de barris para 2,1 milhões.

Pela amostra, não será fácil atingir o objetivo de produção do pré-sal, de 2,7 milhões de barris por dia em 2020. A meta ambiciosa será posta à prova num ambiente de desafios técnicos e incerteza sobre custos maiores que os em vigor nos campos atuais.

Já decisão política defensável é buscar a nacionalização de um bom pedaço da cadeia de fornecimento. A meta do governo é atingir ao menos 65% de conteúdo nacional. Muitos fornecedores estão em fase de instalação de centros de pesquisa, produção e logística. Apesar disso, nos projetos correntes o índice de insumos nacionais não tem passado de 35%.

Tendo em vista o tamanho do esforço para explorar o pré-sal e a limitação dos recursos, as decisões da Petrobras precisariam ser mais técnicas que políticas. O mote deveria ser o controle estrito de custos e a calibragem dos investimentos, no sentido de evitar arapucas como descarregar dinheiro excessivo no refino.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2308201102.htm


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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Não é fácil ser Apple - Bastaram 2 meses para HP jogar a toalha


Why HP Is Killing Its Phone, Tablet Businesses

Less than two months after launching what was supposed to be its answer to the iPad, HP shocked the tech world on Thursday with an announcement that it would stop producing tablet computers and mobile phones that use the webOS operating system, and that it is also considering selling off its PC division.
The bold change in strategy for the world’s largest computer maker signals a shift away from consumer electronics and toward developing software for large businesses, analysts said. The abrupt change in course comes only a year after HP made a billion dollar commitment to selling smartphones and tablets by acquiring Palm.
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

iPad 2 - Tempo de recarga




Quando fiz o teste com o Galaxy Tab fiquei um tanto surpreso com o tempo de recarga dele, por volta de 3h40m. O iPad foi além, muito além...
Fiz questão de deixar a bateria ir toda para o ralo (coisa que não é fácil) e espetei na tomada.
Às 11:25 comecei do zero e batemos os 100% às 17:31. É tempo pra chuchu... 6 horas.
A Apple não nos recomenda fazer este tipo de recarga freqüentemente, e sim, de vez em quando. É o que faço, sempre que tenho chance coloco no carregador e estou sempre na boa.
Uma vez por mês pretendo fazer um ciclo completo para aumentar a vida útil da bateria.

Agora vou partir para a segunda etapa. Vou utilizar o iPad normalmente, como faço todos os dias. Ligo o Wifi quando preciso, conecto ao iPhone quando não há rede por perto, não me privo de uns passeios pelo YouTube e nem dos joguinhos que divido com o Antonio. Vou levar na toada que já me acostumei (lembrem-se que desde que comprei o iPad não uso mais caderno na empresa ou no MBA). Falando nisso acabei de completar um Estudo de Caso inteiro da disciplina Estatística utilizando o Numbers (a planilha eletrônica da Apple) para iPad. Com direito a muitas fórmulas, formatações, gráficos e até figuras resenhadas a mão no excelente Bamboo Paper.

Aguardem os resultados. Depois farei mais uma recarga completa e parto para um teste mais barra pesada com tudo ligada e vídeos tocando o tempo inteiro para testar as 10 horas prometidas de autonomia.

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Estadão: Dilma - No limiar do descontrole

A sucessão de escândalos de corrupção no governo federal parece estar levando a presidente Dilma Rousseff ao limiar do descontrole. Segundo o noticiário de ontem, ao tomar conhecimento da prisão, pela Polícia Federal (PF), dos envolvidos na Operação Voucher, que apura irregularidades no Ministério do Turismo, Dilma demonstrou “grande irritação”. De acordo com fontes palacianas, classificou de “acinte” o fato de os detidos terem sido algemados, reclamou “furiosa” por estar sendo a toda hora surpreendida por operações da PF que lhe criam problemas políticos e cobrou satisfações do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a PF é subordinada.
É fácil entender que a chefe de governo perca a paciência ao se dar conta das proporções em que o aparelho estatal que herdou está contaminado pelo fisiologismo que seu antecessor institucionalizou. É igualmente compreensível sua aflição diante da grave ameaça que a denúncia e a repressão dos arrastões nos ministérios representam para a estabilidade da base de sustentação de seu governo. Afinal, hoje está mais do que evidente que o que manteve em pé essa construção, meticulosamente edificada ao longo de oito anos, foi a tolerância com os gambás introduzidos nos galinheiros.
Mas a ênfase com que a presidente passou a manifestar sua contrariedade com esses espetáculos pode dar margem à interpretação de que está tomando as dores dos denunciados, em vez de manter a atitude de isenção e respeito ao funcionamento das instituições que sua alta investidura exige. À chefe do governo não cabe “enquadrar” a PF, como têm sugerido, ou mesmo exigido, colaboradores e aliados. A polícia existe para investigar delitos e reprimir a ação de criminosos, colocando-os à disposição da Justiça. E deve agir de acordo com normas de procedimento que, se infringidas, sujeitam os responsáveis pelas infringências, por sua vez, a investigação, julgamento e, se for o caso, punições cabíveis. Não cabe, portanto, a altas autoridades palacianas, classificar de “exageradas” ou “atabalhoadas” as ações da PF que lhes criam problemas políticos. Nem ao líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza, declarar que “houve abuso de poder do Judiciário e do Ministério Público”.
Até agora a presidente Dilma Rousseff vinha se comportando publicamente com exemplar sobriedade diante das repetidas denúncias de corrupção, apoiando a necessária “faxina” nos setores da administração comprometidos com a bandalheira. E essa atitude tem sido respaldada pela opinião pública, como demonstram as pesquisas. Mas a sua reação diante do mais recente capítulo de uma sucessão de escândalos como nunca se viu antes na história deste país, parece revelar que se está tornando irresistível a pressão daqueles que, tanto no governo como na base aliada, não admitem senão a maneira lulopetista de governar.
Pressionada por todos os lados e preocupada, principalmente, com o tensionamento das relações entre governo e PT, de um lado, e PMDB, do outro, Dilma recorreu a quem entende do assunto para se aconselhar. Em reunião com Lula em São Paulo, na terça-feira, foi orientada a “repactuar” a aliança com o maior partido da base aliada, cujos interesses estão sendo afetados pelos escândalos nos Ministérios da Agricultura e do Turismo. Resta saber o que Lula entende por “repactuar”.
Depois da porteira arrombada, parece impossível conter a catadupa de denúncias na mídia e as ações policiais contra o arrastão na administração pública, em especial na federal. É uma simples questão de se colher o que foi plantado durante oito anos. Trata-se, é claro, de uma lavoura que não foi inventada por Lula e pelo PT, que na verdade criaram fama denunciando pragas. O lulopetismo apenas aperfeiçoou métodos de semeadura e colheita. E o PMDB é o segundo maior beneficiário de toda essa criatividade. Na hora em que esses benefícios se transformam em constrangimento, “repactuar” a aliança parece significar a promessa do impossível ao parceiro: acabar com as denúncias e com as operações policiais e com a repercussão de tudo isso na mídia.
Dá para entender, portanto, a irritação da presidente. E lamentar que ela esteja dirigida na direção errada.

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

iPad 2 x Galaxy Tab: Aquecimento


Muito bem, deu a hora de falar sobre o iPad. O principal objetivo é compará-lo com o Galaxy Tab que tive em mãos no início deste ano. Assim terei um referência.
De saída devo lembrar, aos que ainda não se deram conta, que sou um Applemaníaco (dentro das possibilidades, mas sou) e que, via de regra "puxarei a sardinha" para a Maçã, porém procurarei explicar os meus porquês. Naturalmente conviverei bem com opiniões contrárias.

Vamos lá!
Estar com um iPad 2 em mãos é totalmente diferente. Puxa vida, a Apple é mundialmente reconhecida pelo design de seus produtos. Chega ser covardia. O produto é mais bem acabado e tem melhor aparência.
No tamanho haverá uma questão de gosto. Pegar o Galaxy Tab com uma mão será vantagem para alguns. Outros preferiram a tela maior do iPad para ler, navegar e assistir vídeos.

Já no software é nítida (mesmo para quem não é Applemaníaco - e estou falando a verdade) a superioridade do iPad. A versão do Android disponível para o Galaxy é a mesma dos celulares, sem a mínima adaptação para um Tablet. A resposta é boa e tudo, mas no visual é chato ter de contar com uma grande margem preta rodeando seus aplicativos. Chego a ter certa inveja do Honey Comb (que passa ao ver o número de aplicativos disponíveis), mas desta versão que atualmente usam, não dá… A vantagem, por outro lado é a perfeita integração com os serviços Google.

O iOS é um show de interface. A coisa funciona de maneira lógica e fácil. Meu amigo Edmilson ficou pasmo de ver um bom número de velhinhos comprando o Tablet. Meu filho já se dava os primeiros toques com 1 ano e 10 meses. É muito fácil. Travamento de aplicativo? Isso é coisa do Android. Sei que acontece no iPad, inclusive comigo, mas é raro.

Só pra fechar essa primeira parte: já são mais de 200.000 aplicativos exclusivos para iPad. Literalmente tem aplicativo pra tudo!

O vídeo abaixo diz muito sobre o iPad (uns 40 milhões de unidades vendidas depois)…

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Esse mundo plano... Dormimos aqui, eles sofrem por lá... Perdemos todos

Vou dormir tranquilo daqui a pouco. Como disse em um post mais cedo, me agarrei a ideia de longo prazo, mas pelo visto muito gente vai passar a noite preocupada. Olha só que está acontecendo na Ásia exatamente agora:



“The unprecedented move to downgrade casts another shadow on the U.S. recovery and, as a result, on the pace of the global recovery,” said Andrew McLaughlin, chief economist at Royal Bank of Scotland.


“Weaker U.S. growth fundamentals and a synchronized global slowdown would affect China and Hong Kong’s exports — Hong Kong’s in particular, given that its exports are 33% of gross domestic product on a value-added basis, versus 18% for China,” said strategists at Daiwa Securities.


E por aí vai... (Clique aqui para ver o restante)

Cantem comigo: "se as águas do mar da vida... Segura na mão de Deus e vá..."

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

É sempre bom ouvir um Nobel


Paul Krugman no NY Times

To understand the furor over the decision by Standard & Poor’s, the rating agency, to downgrade U.S. government debt, you have to hold in your mind two seemingly (but not actually) contradictory ideas. The first is that America is indeed no longer the stable, reliable country it once was. The second is that S.& P. itself has even lower credibility; it’s the last place anyone should turn for judgments about our nation’s prospects.

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A crise dá o seu golpe mais forte

Estou fora do escritório e só agora parei para ver como anda o mercado. Imaginava uma segunda ruim, mas não esperava tanto.
A mim veio a lembrança daquele (que nem é tão "daquele" assim) setembro de 2008.
A grande diferença é que na época por um pouco de sorte e conhecimento todas as moedas do meu porquinho estavam em Renda Fixa (principalmente poupança).
Desta vez não. Estou sentindo na pele aquela sensação de ver parte do patrimônio derretendo. Nada de mais... Mas mesmo assim serve de aprendizado. Propensão ao risco eu já vi que tenho. Agora preciso aprender a atuar na chamada "ponta vendedora".
Agora a Ygnes (versão americana da nossa Inês) is dead e o negócio é se agarrar na noção de "longo prazo". Ou melhor, como diz aquela canção religiosa: "se as águas do mar da vida... Segura na mão de Deus e vá...".

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domingo, 7 de agosto de 2011

Dívida em relação ao iPad

Meu grande amigo Bruno Leuenroth (é sempre bom lembra que sou um dos poucos de fora da família que consigo soletrar o sobrenome dele) tem me cobrado, e com razão, algo que eu já deveria ter feito há algum tempo: escrever sobre o iPad.
Minha ideia é de reler o que escrevi na época em que estive com o Galaxy Tab em mãos e traçar um paralelo. Como já tenho compromisso para a 6 da manhã de amanhã nem tentarei começar hoje, mas fiquem com uma pequena entrevista via Twitter que o Bruno me fez... Desta semana não passa.



@elerson Me diga uma coisa, o iPad tem um lado ruim?

@brunoleuenroth É uma pergunta difícil. Ruim não encontrei nenhum, mas há espaços para melhorias (mais leve, fino, resolução, etc...)

@elerson E na operação dele, no software, alguma crítica?

@brunoleuenroth No software tmb. É melhor experiência de interface que se pode ter, mas há melhorias que, inclusive, o iOS 5 está trazendo.

@elerson Você sente falta de algo que você faça no Windows e que não consiga fazer nos aparelhos da Apple? #issojávirouentrevista

@brunoleuenroth No iPad às vezes atrapalha as incompatibilidades em arquivos do Office, mas isto é comum a outros dispositivos móveis.
@brunoleuenroth Tabelas, formatacões, etc podem vir desconfiguradas. Mas como disse acontece às vezes e não é "privilegio" do iOS.
@brunoleuenroth Quando trabalhei com Gestão de Projetos na S&C me fez muita falta um "Project pra Mac". Até existe e é melhor do que o MS...
@brunoleuenroth ... mas custava 500 doletas. O que fiz foi instalar o Windows no Mac e estava liberado para usar o MS. Resumindo...
@brunoleuenroth Não trocamos o Mac OS e o iOS por nada. Pra vc ter uma idéia esta tmb é a opinião da D. Onça que nem é ligada à Tecnologia.

@elerson Estou cada vez mais doido com um iPad pra mim! Mas você está devendo um post no blog sobre sua experiência! :) Abraços!











sábado, 6 de agosto de 2011

Ihhh, “meu querido”, a soberana ficou irritada…

Vou agir como aquele camarada que conta o final do filme...
Não percam o post do Reinaldo Azevedo que termina bem assim: "Então vamos atualizar as contas. Vocês até podem fazer uma tabelinha e andar com ela no bolso. Vai que topem com algum petista furioso em festa… Como Dilma entregou mais 1.500 casas hoje, então só faltam agora 2.760.500 casas. Como foram erguidas 239,5 mil em 28 meses, nesse ritmo, as demais serão entregues num prazo de 322,73 meses — ou 26,89 anos. Houve uma ligeira queda no ritmo de entrega…

É… Nunca antes na história destepaiz, meu querido!"

É só clicar aqui.


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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sinal dos tempos - S&P rebaixa rating da dívida dos Estados Unidos para AA+

Do Veja Online

Agência de classificação de risco considera plano fiscal americano insuficiente para sanar os problemas...

A agência de classificação de risco Standard&Poor's rebaixou a nota da dívida americana nesta sexta-feira para AA+, o que significa que a maior economia do mundo deixou de ser AAA. A agência, assim como a Moody's e a Fitch, vinha ameaçando rebaixar a nota do país se não houvesse sinalização de melhora para a situação fiscal do país no longo prazo. Com a aprovação do plano de redução de gastos do governo dos Estados Unidos e a consequente elevação do teto do endividamento, na última terça-feira, o fantasma do calote foi dissipado e as ameaças, por ora, cessaram. O rebaixamento da S&P, no entanto, surpreendeu os mercados na noite desta sexta-feira. Na próxima segunda-feira, é praticamente certo que haverá mais um dia de turbulência nos mercados (veja quadro abaixo).

"O rebaixamento reflete nossa opinião de que o plano de consolidação fiscal que o Congresso recentemente concordou em aplicar está aquém do que seria necessário para estabilizar a dinâmica da dívida de médio prazo do país", afirmou a agência em comunicado.

Ainda de acordo com a S&P, o rebaixamento significa que a eficácia, a estabilidade e a previsibilidade das instituições políticas e formuladoras de políticas dos EUA enfraqueceram, assim como foi previsto quando a agência colocou a nota do país em perspectiva negativa. "Desde então, mudamos nossa visão das dificuldades para a superação das divergências entre os partidos políticos quanto à política fiscal, o que nos torna pessimistas quanto à capacidade do Congresso e do governo de alavancarem seu acordo, esta semana, para um plano de consolidação fiscal que estabilize a dinâmica da dívida do governo em algum momento próximo", prossegue o relatório.

Continue lendo aqui...

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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

INFOMONEY - Carteiras recomendadas: confira as melhores e piores performances de julho

Aos investidores de plantão... Para acessar a fonte é clicar aqui.

SÃO PAULO - Assim como nos outros seis meses de 2011, o desempenho médio das carteiras de ações recomendadas por bancos e corretoras foi superior ao do Ibovespa em julho. Contudo, por conta do mês bastante negativo do mercado brasileiro - com queda de 5,74%, o Ibovespa teve seu pior desempenho mensal desde maio de 2010, além de ter ficado pela 4ª vez consecutiva como pior investimento do mês -, nenhuma das 32 carteiras compiladas pela InfoMoney tiveram rendimento positivo no período.

O rendimento médio dos portfólios monitorados foi negativo em 5,65%, apenas 0,09 ponto percentual superior ao benchmark. Foi o pior rendimento médio das carteiras recomendadas desde que a InfoMoney começou a fazer esse levantamento, em janeiro de 2010.

Por conta dessa performance negativa, o resultado médio das carteiras no acumulado do ano passou de -2,56% para -7,91%. Já dentre os 27 portfólios que fazem parte do ranking acumulado em 2011, apenas dois mostram performance inferior ao índice de ações: Citigroup e Link Investimentos. Em junho, apenas a carteira da Link detinha uma performance pior que a do benchmark.

SLW é destaque positivo...
Em um mês em que todas as carteiras tiveram rendimento negativo, o principal destaque ficou com aquela que "perdeu menos". E quem conseguiu isso foi o portfólio "SLW moderado", que teve rentabilidade negativa de apenas 1,43%, desempenho 4,31 p.p. acima do Ibovespa e 4,22 p.p. superior à média das carteiras recomendadas.

Como o próprio nome da carteira sugere, essa lista de recomendações da corretora engloba ações com um perfil mais defensivo, sendo esta uma boa opção em momentos de turbulência no mercado, como o que estamos vivendo agora.

Em linha com essa estratégia moderada, a carteira da SLW detinha 60% de participação no setor elétrico, historicamente conhecido pelo seu caráter defensivo. Dentre elas, vale a pena destacar os papéis PNB da Coelce (COCE5, +9,22%) e os PN da Eletropaulo (ELPL4, +7,12%) como as maiores altas do portfólio. Além disso, a corretora também apostou nas ações da Telesp (TLPP4), que respondiam por 20% da carteira e subiram 7,49% em julho.

Por outro lado, as ações do Itaú Unibanco (ITUB4), que também respondiam por um quinto da carteira, recuaram 13,72% no mês, contribuindo para a performance negativa da corretora da SLW.

...e negativo
Se a carteira moderada da SLW teve a menor queda em julho, por outro lado a carteira "SLW Arrojada" reportou o pior desempenho no sétimo mês do ano, com rendimento negativo 9,85%, desempenho 4,11 p.p. abaixo do Ibovespa e 4,00 p.p. inferior à média das 32 carteiras compiladas pela InfoMoney.

Das 11 recomendações para o mês, apenas três apresentaram valorização no período: Paranapanema (PMAM3, +2,38%), Cyrela (CYRE3, +2,22%) e Vale (VALE5, +2,17%).

Além disso, a carteira arrojada da SLW detinha 10% de participação nas ações da GOL (GOLL4), que tiveram a pior performance dentre os papéis que compõem o Ibovespa, com queda de 35,59%. As fortes desvalorizações também apresentadas por Hypermarcas (HYPE3, -18,91%), Magnesita (MAGG3, -17,50%) e Gerdau (GGBR4, -13,99%) acentuaram ainda mais as perdas do portfólio.

SLW Moderado conquista 1ª posição no ano; Link segue na lanterna
Tendo a menor perda em julho, a carteira moderada da SLW tomou a liderança no ranking anual das carteiras, ganhando uma posição em relação ao mês passado, tendo agora um rendimento acumulado no ano de 6,51%, superando em 21,63 p.p. o Ibovespa e 14,42 p.p. a média dos 27 portfólios compilados pela InfoMoney em todos os meses de 2011. Primeira colocada no mês passado, a Amaril Franklin amarga agora a segunda posição, já que em julho sua carteira teve performance negativa de 4,88%.

Já a SLW Arrojada caiu cinco posições na passagem mensal, ficando na antepenúltima colocação, com rendimento negativo de 14,57%, apenas 0,55 p.p. acima do índice de ações da bolsa brasileira, mas 6,66 p.p. abaixo da média das carteiras acompanhadas pela InfoMoney.

Atrás dela, permanecem apenas os portfólios do Citigroup (-17,57%) e da Link Investimentos (-17,65%). A carteira do Citi, aliás, teve a 30ª pior rentabilidade de julho, mostrando queda de 8,78%.




Metodologia
Para realizar o levantamento de julho, a InfoMoney utilizou carteiras de ações recomendadas para o período mensal por 32 corretoras e bancos: Amaril Franklin, Ativa, BB Investimentos, BNP Paribas, Bradesco, Bank of America Merrill Lynch, Citi Corretora, Coinvalores, Fator, Geração Futuro, Geral Investimentos, Gradual, HSBC, Itaú BBA (carteira top 5), Link, Magliano (2 carteiras), Omar Camargo, PAX, Planner, SLW (3 carteiras), Socopa, Souza Barros, Spinelli, TOV, UM Investimentos, Votorantim, Walpires, Win Trade e XP.

Para avaliar o desempenho no acumulado em 2011, cinco casas de research foram excluídas por não termos tido acesso às carteiras divulgadas para os meses anteriores. As corretoras excluídas foram Bank of America Merrill Lynch, BNP Paribas, TOV, Votorantim e Walpires. Isso explica, por exemplo, porque a Link Investimentos "subiu uma posição" em relação ao mês passado, embora ela também tenha sido a última colocada no ranking anterior.

Importante ainda destacar que:

1. A InfoMoney considerou a primeira publicação de cada uma destas carteiras nos referidos meses, não levando em consideração eventuais mudanças promovidas pelas corretoras e bancos no meio de mês.

2. As cotações consideradas nas comparações de desempenho são as de fechamento do último dia útil de cada mês, considerando sempre a cotação ajustada em um eventual provento que ocorrer no período (dividendo, juros sobre capital próprio, subscrição etc).

3. Utilizando metodologia semelhante à adotada no cálculo da carteira teórica do Ibovespa, o desempenho considerado das carteiras recomendadas em 2011 é cumulativo.



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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Porque sou amante da Tecnologia

Estou participando de uma conferência via Skype (que já dura 1h30m e vai ainda mais longe) em que 9 estudantes preparam um trabalho de MBA utilizando o Google Docs. Às vezes não paramos para pensar e tratamos como algo "normal", mas não é, ou melhor, não era. Há pouco tempo atrás isto seria impossível. Simplesmente impossível. De graça então?! Pensem nisso...


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terça-feira, 19 de julho de 2011

A GVT, as redes sociais e meu upgrade na banda.




Na semana passada lia no Valor que a GVT vai investir bilhões na expansão de sua rede. Na mesma hora comecei a imaginar que a vez Macaé estava chegando... Ao final da matéria vi que Feira de Santana, na Bahia, é uma das cidades que serão agraciadas - o termo é bem esse.

Já tive uma boa experiência ao escrever pra eles e ser respondido resolvi fazer de novo e enviei uma mensagem para a página da GVT no Facebook.
Como já esperava, não demorou muito e chegou a resposta. Vejam abaixo que não é exatamente o que eu queria ouvir, mas só de ter sido respondido (o que sinceramente não acho que aconteceria em outra operadora) fico satisfeito. Na verdade entendo as razões deles... o que fiz? Entreguei os pontos.
Fui até minha operadora de TV a cabo e solicitei um "upgrade" para 3 mega, o que vai me sair pelo mesmo preço de 15 na GVT. Paciência. Ter um iPad nas mãos e uma banda ruim é um desperdício.

A GVT está analisando cidades com mais de 500 mil habitantes em diferentes regiões do país e tem planos de começar a operar em 80 novos municípios nos próximos cinco anos. Em algumas cidades, como é o caso de Feira de Santana, já existe um projeto preliminar, mas ainda não há previsão de início das operações. Assim que tivermos novidades sobre a sua cidade, vamos postar aqui e lá no Twitter @gvtoficial.
Fique de olho! Agradecemos seu interesse! ;)

Abraços!




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domingo, 17 de julho de 2011

O Globo - BNDESPar se associa a grandes grupos e efeito colateral é uma 'perda' de R$ 3 bi

RIO - Contestadas por especialistas, seis das maiores operações realizadas nos últimos anos pela BNDESPar, braço de participações do banco, dão pistas de que podem não ter sido exatamente um bom negócio. São operações que envolvem desde a polêmica capitalização da Petrobras, passando pela internacionalização de frigoríficos brasileiros, até a compra de ações de empresa do bilionário Eike Batista, um dos homens mais ricos do mundo. Levantamento do GLOBO mostra que as operações acumulam uma "perda" de R$ 3,04 bilhões em valor de mercado, considerando o montante injetado pelo banco para comprar participação societária nessas companhias a partir de 2007 em comparação ao atual valor das ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A "perda", claro, é contábil, não se consolidou porque a BNDESPar não se desfez dos papéis.

Maior perda da carteira, o valor investido na compra de ações da Petrobras em setembro passado, quando ocorreu a megaoferta pública, encolheu em R$ 2,37 bilhões. O braço de participações do BNDES aplicou R$ 22,41 bilhões na empresa, numa operação bombardeada por especialistas. Desde então, os papéis preferenciais (PN) da Petrobras recuam 9,76% e as ordinárias (ON, com voto) caem 11,94%.

Para bancar a compra de ações da Petrobras, o BNDES, que tem como fonte de recursos o FAT e o Tesouro, transferiu R$ 15 bilhões para a BNDESPar.

Leiam mais aqui.




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quinta-feira, 14 de julho de 2011

E assim foi Londres

Texto criado durante o vôo de volta usando o Pages para iPad
Dia 1 - O mais importante em primeiro lugar








Chegamos em Londres após quase 24 horas de viagem. Não estou exagerando... Eu mesmo saí de Macaé às 5 da manhã de sábado para pegar a aula de Estratégia no Ibmec. Considerando que a chegada foi às 14 h de domingo (no horário de Brasília) dá para imaginar o cansaço... Mas sabem como é, Londres, verão, noites que começam lá pelas 21:30 h... Não resistimos e partimos para as primeiras incursões. Onde ir? Resposta obvia: Westminster.
Sair do metrô e dar de cara com o Big Bang chega ser emocionante (registrei isso quando o visitei pela 1a vez - http://www.youtube.com/watch?v=qbvkyJEvltU&feature=youtube_gdata_player)... Quando percebemos que também dá pra ver a London Eye aí o negócio fica mais interessante. Ali tem-se aquela sensação "agora tenho certeza de que estou em Londres".
Para jantar fechamos com um razoável restaurante italiano que fica na rua atrás da London Eye (na frente do Premier Inn Hotel). A viagem poderia terminar ali e já teríamos história para contar.

Dias 2-3 - O mais importante ainda: a viagem foi a negócio









O 2o dia começou com um prolongamento do primeiro. Aproveitamos para circular pelo "centro comercial" da cidade - os que conhecem sabem que estou me referindo à região da Regent, Oxford e adjacências.
Não poderia faltar aquela passadinha na Apple Store da Regent. Chegamos assim que a loja abriu e pudemos nos conectar for free em uma internet com 30 mega de velocidade (meu recorde pessoal).
Vendo a loja funcionar é fácil saber porque o modelo é bem sucedido. Somos convidados a experimentar, experimentar... Mac Genius à nossa disposição para sanar dúvidas de equipamentos nossos ou da loja... Dificilmente dá errado.
Essa volta foi apenas de reconhecimento porque o dia estava reservado para o início do seminário para o qual fomos convocados.
No evento pudemos ter uma melhor visão sobre os rumos companhia, as perspectivas para o futuro, o que se espera dos papéis ali representados, etc.
Algo que me deixou bastante satisfeito foi perceber como valeu a pena o que estudei até aqui. Naturalmente preciso melhorar muito, mas o que eu assimilei dos 2,5 dias de evento só foi possível graças às aulas de inglês que comecei lá na Viçosa de 1994 e que batalho até hoje para aprimorar - passei no vestibular sem falar nada e hoje consigo participar de uma rodada de discussões - por sorte me encontrei com minha gradissíssima amiga Valéria Zerbini no Facebook e aproveitei para agradecê-la pelo inglês que tenho, agradecimento este que estendo aos demais professores que tive. Além do idioma, me ajudaram muito os conhecimentos em gestão que me vieram do MBA e das leituras que faço (Exame, Você SA, etc). Falar sobre economia, finanças, estratégias, mercado brasileiro (aliás, menção honrosa ao nosso país pelas perspectivas no Oil & Gas) e ver que consigo não só entender, mas também contribuir é muito gratificante.
Assim, certamente volto da viagem mais preparado para enfrentar os desafios da minha função.

Dia 4 em diante - Andei, andei, andei...









O seminário terminou e só fizemos um ping pong no Paddington Court Rooms (hotel em que resolvemos ficar na região da Bayswater) e partimos para o inusitado: um passeio de bike, afinal, estava lá tão fácil, tão à disposicao que foi inevitável.
Contamos com a preciosa ajuda de uma jovem indiana e lá estávamos pedalando pelas ruas. Algo que no Brasil deveria ser seguido (mas reconheço que estamos longe disso).
Pedalar pelas ruas de Londres requer uma adaptação "positiva". Pelo menos pra mim não foi fácil assimilar a idéia de que estava em um lugar em que o motorista respeita, de verdade, o ciclista.
Há muitas ciclovias, mas onde elas não existem basta partir para o asfalto. Simples assim... Motoristas de ônibus, taxis e carros comuns desaceleram para dar lugar ao ciclista. Outra coisa que me chamou a atenção foi que até os ciclistas respeitam as faixas de pedestres e sinais vermelhos. Meu amigo Edmilson teve algumas dificuldades neste sentido (aliás em outros também, como andar sempre na contramão) e alguns londrinos tiveram a vida sob risco por um tempo.
A partir daí foi só andar, andar, andar... Como andei...









Fomos ao British Museum, ao Maritime Museum, ao Royal Observatoy (que só podia ser no alto de um morro), National Gallery e Natural Science Museum. Tudo isso com entrada franca (com algumas atrações pagas). Estivemos na London Bridge, Tower of London, City of London... Fomos também a inúmeras lojas... Tudo a pé... Fazia tempo que não andava tanto. Acho que desde que parei de trabalhar com a parte de campo de levantamentos topográficos.








Falando nisso, como Engenheiro Agrimensor vivi um momento ímpar. Estive na longitude 0. A linha imaginária de Greenwich que separa o planeta em Leste e Oeste. Como era de se esperar tirei a tradicional foto do histórico momento em que estive com cada pé em um hemisfério...
Todo este roteiro foi margeado por lojas e boas opções de alimentação. Claro que não faltaram McDonalds e Pizza Hut, mas também tivemos Aberdeen Stake House e outros.
Na London Eye fomos agraciados por um anônimo, provavelmente indiano, que estava com dois flyers que davam direito à uma entrada grátis para cada ingresso adulto comprado. Isto fez com que o passeio valesse ainda mais a pena. Lá o começo da jornada se dá com um filminho "4D" muito bem feito e partimos para a roda gigante.
O ponto alto, sem dúvida, de toda essa andança foi a apresentação do musical We Will Rock You. Por um preço equivalente à metade de uma boa peça no Brasil tivemos uma performance de padrão Broadway. Escrevi no Twitter que foi impressionante, amazing e tocante... Foi muito mais que isso.









Dia 8 - A volta pra casa e o tax refund









Já com as pernas e principalmente pés que não me agüentavam chegamos ao domingo de sol que deixamos pra Londres pra trás, mas antes disso uma menção ao excelente sistema de transporte local. Não é barato, mas a malha é tão grande, os modais tão interligados (inclusive as bikes) que faz o preço valer a pena.
Para ir ao aeroporto, por exemplo, andamos (o que mais eu poderia esperar?) por uns 10 minutos até a Paddington Station e de lá seguimos de trem numa viagem que em nada lembra o martírio de milhares de brasileiros que utilizam a malha nas grandes cidades - e olha a Copa vindo aí.
Chegando lá, partimos para buscar o refund dos impostos que pagamos em algumas compras.
Para os que não conhecem ou já ouviram falar e não têm detalhes, o Tax Refund é uma espécie de programa governamental que devolve para os "não residentes" aquilo que pagam de impostos em cada nota fiscal (o chamado VAT - seria tão bom se a carga tributária brasileira fosse assim tão simples).
A lógica por trás da devolução é que o turista não permace no país para usufruir dos benefícios gerados por estes impostos (saúde, educação, etc). Perfeito!
Foi a primeira vez que tentei e como não foi tão óbvio pelas dicas que encontrei vou deixar as minhas por aqui resumidas e já me prontifico a responder as dúvidas que aparecerem nos comentários. Vou tentar resumir mesmo...
1 - Em cada loja que fizer compra peça pelo "tax refund" ou algo parecido. O vendedor poderá preparar ali mesmo, te indicar um local no subsolo ou andar superior para levar a NF. Ele pode ainda dizer que a loja não oferece tal opção ou que o valor da compra não te dá direito ao refund (se não me engano abaixo de 20 libretas). Os Gift Cards do iTunes e App Store não dão direito ao benefício independente do valor;
2 - Ao chegar no aeroporto procure pelo "Customs, Tax Refund, VAT" guichê. No terminal 1 do Heathrow fica bem num bequinho ao lado direito da entrada para os portões de embarque. Quando fui a fila não estava grande e andou rápido... Você deve apresentar o cupom que pegou na loja com alguns dados preenchidos (nome, passaporte, endereço, etc). A pessoa vai olhar pra você fazer umas perguntas e carimbar o cupom - dizem por aí que podem pedir pra você mostrar o produto, mas não vi pedirem pra ninguém. Fique tranquilo, pois o processo já está na metade - no nosso caso esta etapa durou uns 40-50 minutos;
3 - Agora você deve passar pela entrada que leva aos portões de embarque (aquela em que somos revistados e em seguida temos acesso ao Freeshop) - lembrem-se que estou dando os passos do que aconteceu comigo em junho de 2011 no terminal 1 do aeroporto de Heathrow. Logo quando você entrar verá à esquerda um guichê arredondado da Travelex, empresa responsável por operacionalizar a devolução da grana. A fila no nosso caso não estava grande, mas o processo é um pouco demorado... Ficamos mais uns 40 minutos e aí foi só mostrar o cupom carimbado pela autoridade da "Receita Federal" deles e vão perguntar se querem o refund em cartão de crédito (que é de graça e dizem que demora uns 5 dias) ou em cash (cobram 2,7 libretas). Pronto. Acabou...
Mais uma dica sobre o refund: embora o VAT seja de 20% sobre cada NF não se empolgue. As lojas cobram uma taxeta administrativa, geralmente valor considerável, para manter o processo funcionando, por isso é bom pedir o cupom sempre, mas ficar de olho no NET Refund (valor líquido da devolução que você terá em mãos ao final).

Espero que tenham gostado das dicas. Qualquer coisa estou à disposição nos comentários.


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BlogPress pra iPad - Esperança de mais postagens

2 barcos, 2 disciplinas no MBA, 2 membros na família e muito interesse em usar o iPad tem me afastado aqui do Blog, por isso acabei de comprar o App BlogPress para tornar mais fácil as postagens por aqui...
Espero daqui a pouco postado texto que preparei ainda no vôo de volta sobre as aventuras em Londres. Veremos.


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segunda-feira, 4 de julho de 2011

iMove para iPad - era pra ser só um teste

Mágico... Foi assim que o iPad foi apresentado e ainda hoje a expressão é utilizada para descrevê-lo. Bastam poucos segundos com um nas mãos para percebermos que eles não estão mentindo.
Um exemplo disso é o vídeo que deixo abaixo - uma excelente forma de cumprir dois compromissos (demonstrar o iPad e falar sobre a viagem).
Minha intenção foi testar o iMove (editor de vídeos da Apple para iPod, iPhone e iPad) e quando parei pra ver o que tinha feito quase não acreditei. É muito fácil. É mágico... É tão intuitivo que não me requereu nenhum conhecimento prévio.

O que mais me impressionou foi a rapidez com que o resultado é atingido. O iMove me mostra quais são os vídeos, músicas e fotos que tenho armazenados e basta arratá-los para a timeline que me dará o filme. E só... Por suas características de processador e memória o iPad deixa o processamento muito rápido. A verdade é que gastei mais tempo definindo o que colocar em cada momento, que parte de cada vídeo eliminar, onde aumentar e diminuir a música, etc... O trabalho de edição em si é mamão com açúcar.
Pra variar o único senão foi a velocidade da minha internet que levou 1h05 min para subir o arquivo - onde está a GVT numa hora dessas?

O resultado está aí embaixo e para mostrar que realmente trata-se de algo diferenciado vou arrumar um tempinho para fazer uma espécie de making-off da edição e postar por aqui.

É meus amigos, Steve Jobs fala sério quando se refere à era pós-PC. De todo processo que levou a esse filme, da coleta das imagens (vídeos produzidos com meu iPhone) à publicação no YouTube, passando pela edição e postagem deste texto, a única fase em que um PC foi utilizado foi na sincronização com o iTunes que transferiu a "matéria-prima" para o meu brinquedinho. É ou não é mágico?!

Os que não conseguirem ver podem clicar em http://www.youtube.com/watch?v=T1wAw3WoidQ&feature=mh_lolz&list=HL1309776701.