Para muitos o ano só está começando agora. Acabou o Carnaval...
De certa forma, este é meu caso em pelo menos um aspecto da minha vida. Na verdade, não é só um ano que termina. Talvez seja uma década.
Quando olho meus planejamentos de anos anteriores muita coisa andou bem. Foram 2 MBA, 1 filho, viagens internacionais, etc, mas a saúde (mais especificamente realizar atividades físicas), esta sempre foi ficando pra depois. Pois agora voltei a caminhar.
Difícil entender porque demorou tanto tempo. Devo confessar que o recente infarto de um dos diretores globais da companhia me serviram de alerta.
O melhor de tudo foi encontrar na tecnologia, sempre ela, um apoio, uma motivação pra seguir em frente. São inúmeros aplicativos à disposição.
Optei pelo Nike+ Running por considerá-lo completo para o que preciso - e ainda recebo informações por voz a cada quilometro: acompanhar a "provável" melhoria de meu desempenho.
Vamos ver no que dá. Caminhar no feriado serviu de aquecimento. Agora o desafio é conjugar com a rotina profissional. Como o aplicativo tem um "quê" de social, vou encontrando amigos por aí para seguir em frente...
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
No meio do nada com velocidade máxima no 3G Plus
As coisas estão melhorando.
Estou na estrada, longe de qualquer cidade de maior porte e acabo de pegar a velocidade máxima no 3G Plus da Vivo...
Liguei o 3G só pra ver se pegava, pegou, teste e fui surpreendido. Provavelmente por ser o único "terminal" acessando a torre, mas não importa. Rede é Gol!

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Estou na estrada, longe de qualquer cidade de maior porte e acabo de pegar a velocidade máxima no 3G Plus da Vivo...
Liguei o 3G só pra ver se pegava, pegou, teste e fui surpreendido. Provavelmente por ser o único "terminal" acessando a torre, mas não importa. Rede é Gol!

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Location:Prestes Maia,Silva Jardim,Brazil
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Celso Ming - Aquecido demais
Vamos começar 2013 aqui no Blog. Estou em débito em muita coisa sobre o iPhone 5 (aliás, fico bastante feliz e ver o quanto ajudei a pessoas que tiveram o mesmo problema no chip).
Embora faça um bom tempo que não escreva nada, minhas leituras estão a mil, por isso pretendo compartilhá-las por aqui em vez se somente no Facebook.
Tenho tido particular interesse pela situação econômica do país. Estamos passando um momento interessante. Vejam o que escreveu o Celso Ming no site do Estadão...
O governo continua comemorando o pleno emprego – no que tem razão. Mas não se mostra nem um pouco empenhado em resolver os problemas criados pelo aquecimento excessivo do mercado de trabalho – e, nisso, mostra mais uma de suas omissões.
O IBGE apontou nesta quinta-feira desemprego no Brasil de apenas 4,6% em dezembro – o mais baixo desde 2002, quando foi adotada a atual metodologia de avaliação do mercado de trabalho.
Dezembro é mês atípico. Completa o período em que quase todo o comércio contrata mão de obra temporária para dar conta das vendas de final de ano. Mesmo levando isso em conta, a situação é de pleno emprego. Corresponde a uma desocupação de 5,3% da força de trabalho num mês “normal”.
Não há quem não queira o pleno emprego. Nessas condições, seria preciso que o governo compensasse o aumento dos custos da mão de obra com providências que reduzissem o impacto inflacionário. Mas o que tem feito é quase nada.
Há meses, o Banco Central denuncia a existência de um mercado desequilibrado de mão de obra. Portanto, o governo reconhece o problema, mas ignora o quanto estrangula a capacidade de crescer.
Alguns analistas insistem em que há, no Brasil, espaço enorme para o avanço do PIB da indústria apenas porque há capacidade ociosa que pode ser ocupada sem necessidade de novos investimentos. Esquecem-se de que não basta dispor de instalação industrial. Para elevar a produção, é preciso muito mais: fornecimento adequado de insumos e de matérias-primas; infraestrutura barata e funcional; custos compatíveis; e disponibilidade de mão de obra. Infelizmente, não é o que temos.
Sobra hoje no mercado mão de obra de baixa qualificação, cuja contratação poderia enfeitar estatísticas de emprego, mas derrubaria índices de produtividade.
À parte a falta de mão de obra qualificada, o Brasil enfrenta outro estrangulamento estrutural. O crescimento do emprego é maior do que o da força de trabalho. De acordo com o IBGE, em apenas um ano (de dezembro a dezembro) a força de trabalho cresceu 1,7% e a população em idade para trabalhar, 1,2%. Enquanto isso, o emprego cresceu 3,1%.
Para que o aumento do custo de mão de obra não provoque inflação, o governo precisaria adotar medidas compensatórias que garantissem redução das despesas públicas. Mas o entendimento é o oposto. Como o ministro Guido Mantega disse quarta-feira, o governo se empenha em tomar medidas anticíclicas. No entanto, seu resultado é aumento do consumo sem crescimento correspondente.
Não há política do governo que busque aumentar a produtividade do trabalho. Também não há políticas que se destinem a baixar o impacto da elevação dos custos produzidos pelo aquecimento excessivo do mercado de trabalho.
Nesse campo, não há remédio de curto prazo. O aumento da produtividade do trabalho exige mais educação, mais instrução, mais treinamento e, eventualmente, desburocratização do processo de imigração de mão de obra qualificada.
Com esse mercado tão estreitado e sem novos esforços de incremento de produtividade, fica comprometida a meta do governo de crescer sustentadamente mais de 3,5% ao ano.
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2013/01/31/aquecido-demais/
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Embora faça um bom tempo que não escreva nada, minhas leituras estão a mil, por isso pretendo compartilhá-las por aqui em vez se somente no Facebook.
Tenho tido particular interesse pela situação econômica do país. Estamos passando um momento interessante. Vejam o que escreveu o Celso Ming no site do Estadão...
O governo continua comemorando o pleno emprego – no que tem razão. Mas não se mostra nem um pouco empenhado em resolver os problemas criados pelo aquecimento excessivo do mercado de trabalho – e, nisso, mostra mais uma de suas omissões.
O IBGE apontou nesta quinta-feira desemprego no Brasil de apenas 4,6% em dezembro – o mais baixo desde 2002, quando foi adotada a atual metodologia de avaliação do mercado de trabalho.
Dezembro é mês atípico. Completa o período em que quase todo o comércio contrata mão de obra temporária para dar conta das vendas de final de ano. Mesmo levando isso em conta, a situação é de pleno emprego. Corresponde a uma desocupação de 5,3% da força de trabalho num mês “normal”.
Não há quem não queira o pleno emprego. Nessas condições, seria preciso que o governo compensasse o aumento dos custos da mão de obra com providências que reduzissem o impacto inflacionário. Mas o que tem feito é quase nada.
Há meses, o Banco Central denuncia a existência de um mercado desequilibrado de mão de obra. Portanto, o governo reconhece o problema, mas ignora o quanto estrangula a capacidade de crescer.
Alguns analistas insistem em que há, no Brasil, espaço enorme para o avanço do PIB da indústria apenas porque há capacidade ociosa que pode ser ocupada sem necessidade de novos investimentos. Esquecem-se de que não basta dispor de instalação industrial. Para elevar a produção, é preciso muito mais: fornecimento adequado de insumos e de matérias-primas; infraestrutura barata e funcional; custos compatíveis; e disponibilidade de mão de obra. Infelizmente, não é o que temos.
Sobra hoje no mercado mão de obra de baixa qualificação, cuja contratação poderia enfeitar estatísticas de emprego, mas derrubaria índices de produtividade.
À parte a falta de mão de obra qualificada, o Brasil enfrenta outro estrangulamento estrutural. O crescimento do emprego é maior do que o da força de trabalho. De acordo com o IBGE, em apenas um ano (de dezembro a dezembro) a força de trabalho cresceu 1,7% e a população em idade para trabalhar, 1,2%. Enquanto isso, o emprego cresceu 3,1%.
Para que o aumento do custo de mão de obra não provoque inflação, o governo precisaria adotar medidas compensatórias que garantissem redução das despesas públicas. Mas o entendimento é o oposto. Como o ministro Guido Mantega disse quarta-feira, o governo se empenha em tomar medidas anticíclicas. No entanto, seu resultado é aumento do consumo sem crescimento correspondente.
Não há política do governo que busque aumentar a produtividade do trabalho. Também não há políticas que se destinem a baixar o impacto da elevação dos custos produzidos pelo aquecimento excessivo do mercado de trabalho.
Nesse campo, não há remédio de curto prazo. O aumento da produtividade do trabalho exige mais educação, mais instrução, mais treinamento e, eventualmente, desburocratização do processo de imigração de mão de obra qualificada.
Com esse mercado tão estreitado e sem novos esforços de incremento de produtividade, fica comprometida a meta do governo de crescer sustentadamente mais de 3,5% ao ano.
Fonte: http://blogs.estadao.com.br/celso-ming/2013/01/31/aquecido-demais/
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sábado, 5 de janeiro de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
iPhone 5 -Macaé entra no mapa
Boa notícia para fãs da Apple na capital nacional do Petróleo. Pela primeira vez Macaé fará parte do lançamento de um iPhone no mesmo dia em que o resto do Brasil (ou pelo menos as cidades agraciadas).
Pelo o que fiquei sabendo,é na loja própria da Vivo que conseguiremos encontrar... Vamos ver.
Pelo o que fiquei sabendo,é na loja própria da Vivo que conseguiremos encontrar... Vamos ver.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
iPhone 5 - Agora sim!
Primeiro um pouco de história (os reviews virão aos poucos): contei com a boa-vontade de um amigo que foi à Escócia, mas não foi fácil. Não é só chegar na loja e pedir. Os estoques ainda não permitem isso (não para os aparelhos desbloqueados). É preciso um cadastro diário. Você diz em qual loja pretende buscar o aparelho e ao final do dia a Apple te confirma a disponibilidade por email. Se não te escreverem é porque nem precisa aparecer por lá... Tente outra vez.
Li relatos na internet de pessoas que se cadastram centenas de vezes, por dias seguidos... Estava com poucas esperanças, mas ainda assim fui lá. Foram dois dias de tentativas buscando sempre qualquer um dos 6 modelos (preto/branco - 16, 32 e 64 gb). Como nem tudo é perfeito, só disseram ter disponível o branco de 64 gb, justo o que eu menos queria, mas sabem como é a vida... Pedi pra trazer.
O caminho de vinda foi tortuoso. De lá de cima houve uma passagem por Frankfurt. De lá, São Paulo, depois, BH, Rio, Vitória e finalmente Macaé.
No dia em que chegou já estava com o nano sim card comprado e habilitado, mas a vida é uma caixinha de surpresas... O telefone não registrava na rede da Vivo e ficava "sem serviço". Estava confiante que não era problema no aparelho porque ele encontrava todas as redes disponíveis quando solicitado, mas aí entra o atendimento Vivo. É claro que o Thiago, guru de tecnologia na loja própria em Macaé, se colocou logo à disposição, mas eu estava sem tempo para ir até a lá e preferi ligar. Sou mesmo um otimista. A primeira atendente teve a capacidade de me perguntar se eu estava ligando da linha com problema (como eu ligaria de uma linha "sem serviço"?) e terminou me passando os dados para acesso à internet Vivo Zap. Paciente que sou, fingi que anotava os dados e desliguei agradecendo atenção dela (foi única coisa que conseguiu me oferecer)... A segunda mandou ver logo de primeira: às vezes o registro do chip demora até 24 horas. Eu que esperasse... Enquanto isso o Thiago ia me dando suporte por SMS. Estavam passando pelo mesmo problema outros 3 clientes... Só poderia ser o chip. Algumas buscas no Google por "iPhone 5 "sem serviço"" também mostrou a desespero de outros.
No final da semana fui até o Rio e fui bem atendido na loja própria da Rio Branco. O rapaz só poderia me vender um outro nano sim e não trocar o meu... Paciência. 10 reais empregados.
A habilitação foi relâmpago e saí de lá feliz da vida pronto pra usar meu novo brinquedo em sua totalidade. A partir daquele momento ele poderia até fazer ligações...
Ah! Este post foi escrito totalmente nele.
Li relatos na internet de pessoas que se cadastram centenas de vezes, por dias seguidos... Estava com poucas esperanças, mas ainda assim fui lá. Foram dois dias de tentativas buscando sempre qualquer um dos 6 modelos (preto/branco - 16, 32 e 64 gb). Como nem tudo é perfeito, só disseram ter disponível o branco de 64 gb, justo o que eu menos queria, mas sabem como é a vida... Pedi pra trazer.
O caminho de vinda foi tortuoso. De lá de cima houve uma passagem por Frankfurt. De lá, São Paulo, depois, BH, Rio, Vitória e finalmente Macaé.
No dia em que chegou já estava com o nano sim card comprado e habilitado, mas a vida é uma caixinha de surpresas... O telefone não registrava na rede da Vivo e ficava "sem serviço". Estava confiante que não era problema no aparelho porque ele encontrava todas as redes disponíveis quando solicitado, mas aí entra o atendimento Vivo. É claro que o Thiago, guru de tecnologia na loja própria em Macaé, se colocou logo à disposição, mas eu estava sem tempo para ir até a lá e preferi ligar. Sou mesmo um otimista. A primeira atendente teve a capacidade de me perguntar se eu estava ligando da linha com problema (como eu ligaria de uma linha "sem serviço"?) e terminou me passando os dados para acesso à internet Vivo Zap. Paciente que sou, fingi que anotava os dados e desliguei agradecendo atenção dela (foi única coisa que conseguiu me oferecer)... A segunda mandou ver logo de primeira: às vezes o registro do chip demora até 24 horas. Eu que esperasse... Enquanto isso o Thiago ia me dando suporte por SMS. Estavam passando pelo mesmo problema outros 3 clientes... Só poderia ser o chip. Algumas buscas no Google por "iPhone 5 "sem serviço"" também mostrou a desespero de outros.
No final da semana fui até o Rio e fui bem atendido na loja própria da Rio Branco. O rapaz só poderia me vender um outro nano sim e não trocar o meu... Paciência. 10 reais empregados.
A habilitação foi relâmpago e saí de lá feliz da vida pronto pra usar meu novo brinquedo em sua totalidade. A partir daquele momento ele poderia até fazer ligações...
Ah! Este post foi escrito totalmente nele.
domingo, 11 de novembro de 2012
Fontes de infomações para o orçamento 2013! (Em casa...) - I
1:40 da matina de um sábado que começou no Rio com a excelente aula do Professor Hélio França de Estratégia Financeira de Empresas.
Vou aproveitar o pouco que resta de carga (minha e do iPad) para deixar uma dica rápida.
Comecei dividir uns pontos sobre orçamento para 2013 e vou passar o carro na frente dos bois só um pouquinho. É que se não o fizer agora, pode se que não faca depois.
Coisa pouca...
Para entender o cenário para o ano que vem, nós os mortais, precisamos confiar nas fontes tradicionais. O FMI é uma delas.
O que me fez dar essa passada por aqui é que eles têm uma excelente coleção de dados apresentada de maneira descomplicada na Web.
O que eu não sabia é que podemos ter um acesso inteligente também nas plataformas móveis. Fica a dica... Esta sem sono numa noite de sábado? Que tal pegar seu Tablet ou Celular para navegar pelas previsões econômicas da maior instituição multilateral da área?

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Vou aproveitar o pouco que resta de carga (minha e do iPad) para deixar uma dica rápida.
Comecei dividir uns pontos sobre orçamento para 2013 e vou passar o carro na frente dos bois só um pouquinho. É que se não o fizer agora, pode se que não faca depois.
Coisa pouca...
Para entender o cenário para o ano que vem, nós os mortais, precisamos confiar nas fontes tradicionais. O FMI é uma delas.
O que me fez dar essa passada por aqui é que eles têm uma excelente coleção de dados apresentada de maneira descomplicada na Web.
O que eu não sabia é que podemos ter um acesso inteligente também nas plataformas móveis. Fica a dica... Esta sem sono numa noite de sábado? Que tal pegar seu Tablet ou Celular para navegar pelas previsões econômicas da maior instituição multilateral da área?

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sábado, 10 de novembro de 2012
ALERTA - Vazamento de foto
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
ALERTA - Em breve mais uma novidade Apple nos gramados macaenses
Notícias "não confirmadas" dariam conta de que em breve o trio de ataque volta a ficar completo. Fontes (que preferiram o anonimato) revelaram que algo pode acontecer ainda no final desta semana...
domingo, 4 de novembro de 2012
A jornada rumo ao orçamento 2013! (Em casa...)
Chegamos ao penúltimo mês do ano e deu a hora de prepararmos o que será 2013. Fiz recentemente pela empresa e deu um baita trabalho. Aprendi bastante... Agora é a hora de aplicar à vida pessoal. Vamos ao orçamento para o ano que vem! (É claro que há outros tantos aspectos para ser pensados - lembra daquela dieta? Malhação?..., mas vou me concentrar neste no momento)
Antes de começar: se tem um hábito que cultivo há muito tempo, é o de anotar despesa por despesa para jogar no bom e velho Excel. Não sou pão-duro. Sou controlado... E venho cumprindo bem meus objetivos de estudos, viagens e iDevices (entre outros). E não venham com essa de que depende do quanto ganhamos. O segredo é o quanto gastamos.
O que pretendo agora é dividir os conhecimentos que vou aplicar ao meu planejamento para que possam buscar o de vocês. Trata-se de algo simples, sem nenhum pulo do gato (pra isso, o Google está cheio de dicas). O que vale mesmo é a disciplina.
Naturalmente não será em um post só... Toda vez que parar para tratar do assunto em casa repasso algo por aqui.
O ponto de partida é que você tenha em mãos quanto ganha e quanto pretende gastar mês a mês do seu rico dinheirinho. Como já faço isso há anos, tenho uma boa noção. Pego o valor médio de cada item e vou alocando nos "meses vindouros". Meu plano de conta é o seguinte:
Para cada item tenho sub-itens que deixo para cada um adaptar à sua realidade. Vejam o exemplo da conta Transporte:
Perceberam a palavra "DESPESA" no início de tudo? Ela vem do excelente Gnucash, software livre multiplataforma para controle e acompanhamento das finanças. Aos que conhecem, seria um MS Money free. De qualquer forma não se assuste. Com o Excel você consegue fazer muita coisa...
Como disse, tendo em mente o quanto se espera receber e gastar em cada linha, basta nomear colunas com PLAN Janeiro, PLAN Fevereiro, ... até PLAN Dezembro e iniciar um exercício de refinamento. Vai sobrar? Vai faltar? Alguma viagem programada? Aniversário do filho mais novo? Será que colocou muito para Comunicação? As perguntas são as mais diversas... Uma coisa é certa: se você nunca parou para pensar no assunto, vai se assustar como o dinheiro se vai se nem ao menos perceber.
Bom, então agora é arregaçar as mangas e montar sua planilha. Vou fazer a minha (na verdade "minhas") por aqui. Os próximos passos serão a definição de metas e o que fazer com o que se sobrar (ou faltar).
Fiquem à vontade para postar dúvidas na sessão de comentários ou então escrever para o meu email.
Sucesso na empreitada!
Antes de começar: se tem um hábito que cultivo há muito tempo, é o de anotar despesa por despesa para jogar no bom e velho Excel. Não sou pão-duro. Sou controlado... E venho cumprindo bem meus objetivos de estudos, viagens e iDevices (entre outros). E não venham com essa de que depende do quanto ganhamos. O segredo é o quanto gastamos.
O que pretendo agora é dividir os conhecimentos que vou aplicar ao meu planejamento para que possam buscar o de vocês. Trata-se de algo simples, sem nenhum pulo do gato (pra isso, o Google está cheio de dicas). O que vale mesmo é a disciplina.
Naturalmente não será em um post só... Toda vez que parar para tratar do assunto em casa repasso algo por aqui.
O ponto de partida é que você tenha em mãos quanto ganha e quanto pretende gastar mês a mês do seu rico dinheirinho. Como já faço isso há anos, tenho uma boa noção. Pego o valor médio de cada item e vou alocando nos "meses vindouros". Meu plano de conta é o seguinte:
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RECEITAS
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Salários
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DESPESAS
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DESPESAS - Tributos
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DESPESAS + Investimentos
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Alimentação
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Comunicação
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Diversas
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Educação
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Financeira/Bancária
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Habitação/Local de trabalho
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Lazer
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Pessoais
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Profissionais
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Transporte
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Tributos
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Investimentos
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Resgates
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RESULTADO
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% Investimentos
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% Resultado
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ACUMULADO
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SALDO
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Corrente
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Investimento
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Para cada item tenho sub-itens que deixo para cada um adaptar à sua realidade. Vejam o exemplo da conta Transporte:
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DESPESAS:Transporte:Bus/Metro
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DESPESAS:Transporte:Combustivel
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DESPESAS:Transporte:Estacionamento
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DESPESAS:Transporte:Manutencao
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DESPESAS:Transporte:Outras Desp. Transporte
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DESPESAS:Transporte:Pedagios
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DESPESAS:Transporte:Prestacao do Carro
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DESPESAS:Transporte:Seguro Automovies/Multas
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DESPESAS:Transporte:Taxi
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Perceberam a palavra "DESPESA" no início de tudo? Ela vem do excelente Gnucash, software livre multiplataforma para controle e acompanhamento das finanças. Aos que conhecem, seria um MS Money free. De qualquer forma não se assuste. Com o Excel você consegue fazer muita coisa...
Como disse, tendo em mente o quanto se espera receber e gastar em cada linha, basta nomear colunas com PLAN Janeiro, PLAN Fevereiro, ... até PLAN Dezembro e iniciar um exercício de refinamento. Vai sobrar? Vai faltar? Alguma viagem programada? Aniversário do filho mais novo? Será que colocou muito para Comunicação? As perguntas são as mais diversas... Uma coisa é certa: se você nunca parou para pensar no assunto, vai se assustar como o dinheiro se vai se nem ao menos perceber.
Bom, então agora é arregaçar as mangas e montar sua planilha. Vou fazer a minha (na verdade "minhas") por aqui. Os próximos passos serão a definição de metas e o que fazer com o que se sobrar (ou faltar).
Fiquem à vontade para postar dúvidas na sessão de comentários ou então escrever para o meu email.
Sucesso na empreitada!
domingo, 28 de outubro de 2012
Muitas novidades da Apple...
O iPhone 5 é a primeira demonstração que o mercado alcançou a Apple. Em muitos sentidos... Pela primeira vez as características de um lançamento da empresa vieram exatamente em linha com o que se esperava (tanto pelos vazamentos, quanto pela própria lógica que se atribuiu ao produto). Além disso, acredito que também seja a primeira vez, depois de anos comendo poeira, que a concorrência verdadeiramente vem oferecendo algo que deixe o sconsumidores na dúvida - pelo menos quando se comparam os hardwares, uma vez que o "meio-ambiente" Apple cerca o usuário de recursos anos-luz a frente de Androids e Windows phones - uma simples visitas nas lojas de aplicativos e restará patente.
Tudo isso que cito acima não faz do iPhone 5 uma escolha ruim. De maneira alguma! É ainda o melhor. Tanto na minha tendenciosa opinião quanto na da maioria de especialistas e mercado em geral (vejam os números de vendas).
Agora cabe à Apple encontrar ou não uma forma de novamente se diferenciar e elevar o nível para um novo "Oceano Azul"... Eles se tornaram especialistas nisso... Talvez não seja o caso. Digo isso olhando para o que aconteceu com os iPods.
Hoje já nem percebemos, mas o lançamento do tocador de música da Maçã mudou para sempre nossa relação com a indústria fonográfica. O produto se tornou sucesso de público e atingiu o ápice em algum momento na metade dos anos 2000. Versão após versão, as pessoas foram apresentadas a novas formas e cores de ter acesso ao que vêem e ouvem...
Hoje em dia os iPods não têm o mesmo glamour inovador de outrora, mas ainda assim ninguém tem dúvidas de suas qualidade. É possível que isto aconteça também com o iPhone e espero ter o meu em breve (o sacrifício de ter um Galaxy S não terá sido em vão).
Avançando um pouco chegamos ao evento da semana passada: iPad Mini, novos iMacs, novos MacBooks Pro e Macs Mini e (pasmemos!) novos iPads... Ufa...
(Antes de falar sobre as novidades, um parêntesis: a cada apresentação da Apple percebo o quanto erramos quando vamos falar ao público portando slides. Não é possível que seja tão simples. Slides com apenas um número, uma foto e alguns bullets... Quando chegaremos lá? O que dizer de no dia seguinte ter de ouvir pessoas inteligentíssimas contando histórias longas, slide por slide, textos brotando na tela, um após o outro... Resta-me continuar aprendendo e colocar em prática... Fecha o ")"
O iPad Mini também já era esperado e vai na mesma linha do que aconteceu com o iPhone 5, embora os vazamentos não tenham sido tantos. Minha opinião é de que se trata de um iPad 2 com tela menor. A menos que você seja um leitor voraz com espaço na agenda para filmes, navegação na Web e buscar utilização para os 275.000 aplicativos disponíveis, penso que há outras opções pra você. A melhor delas deve ser o iPad Mini 2 (ou qualquer outro nome que venha ter) que dever sair, ao menos, com o Retina Display (e naturalmente, um processador mais potente).
O iMac foi o que mais me chamou a atenção. Como é que conseguiram reduzir em 80% a espessura de algo que já era fino demais quando comparado com os outro? Estamos diante de um salto!
E, finalmente, os iPads de 4 geração (e agora vimos porque pararam de "numerar" o produto - dois lançamentos no mesmo ano)... Quem diria! Vendo a cara dos presentes deu pra perceber a expressão de surpresa, que em parte se tornou indignação daqueles que há pouco saíram das Apple Stores pensando que carregavam o máximo em Tablets, o "Novo" iPad (3). Well, não é mais... Com o novo processador A6X temos o dobro de velocidade na execução das tarefas (principalmente jogos e gráficos) e outras evoluções incrementais (FaceTime câmera HD, cabo USB "lightning" e umas melhorias no 4G/LTE) dando ainda a mesma autonomia de bateria 10 horas, o iPad continua sendo ainda a melhor opção em Tablet. E olha que esta não é só minha opinião. Até o iStagiário pensa a mesma coisa...
terça-feira, 9 de outubro de 2012
3G x 3G Plus - paciência, perseverança e talento
Sou uma pessoa paciente. Talvez esta seja a característica que mais herdei de meu pai (este sim o "pai da paciência"). Além disso, sou um otimista na resolução de problemas...
Abro este post com as duas afirmações porque só alguém com bastante paciência e firme crença de que as coisas vão dar certo para passar, sem sobressaltos, pelo o que passei com a VIVO. E mais: ao final de tudo ainda manter a preferência pela operadora. Tenho certeza de que entenderão.
Em abril escrevi empolgado sobre a experiência de se utilizar o 3G Plus, internet turbinada da VIVO. Parecia um sonho... Mas, e que "mas", por alguma daquelas razões "sistemáticas" meu plano entrou numa espiral de erros que começou com a redução de velocidade com uma quantidade de dados que não correspondia ao meu pacote (250MB em vez de 750MB) - Deus meu, quanto tempo perdido no *8486. A cada atendente eu contava a mesma história e elas (em sua maioria) contavam uma outra estapafúrdia (quanto desconhecimento!). Uma delas chegou a dizer que minha VELOCIDADE estava ótima em 250MB - até eu explicar a diferença entre a quantidade de dados trafegados x Velocidade em bits por segundo... Espero que ela tenha recebido o aprendizado como um presente. Se sim, pelo menors contribuí com seu crescimento profissional... No final falo como foi resolvido.
... MAS numa bela manhã de sol... Por alguma daquelas razões "sistemáticas" perdi a velocidade 3G Plus. Lá estavam os 750MB de dados, mas já não dava pra tirar onda com ninguém... Minha velocidade não passava de 1,5MB. Um réles 3G (bem melhor que TIM, mas ainda assim, só 3G).
Mais uma vez uma enormidade de tempo no *8486... Cheguei até a Ouvidoria (ah, eles resolveriam...) para descobrir que "era assim mesmo...". O duro é que durante todo este tempo adivinhem qual descrição (e valor pago) na minha conta? "3G Plus"- o famoso "pagou mas não levou"... Atendentes dos mais diferentes sotaques se debruçaram sobre o meu problema. Alguns chegaram dizer que meu celular (atualmente - e só por enquanto - um Galaxy S) não "pegava" 3G Plus (ou seja, ou eu era doido ou mentiroso)...
Aqui vai um ponto positivo para a VIVO (pois é, sou um incorrigível). Inacreditável as vezes em que eles me ligaram para dar sequência ao atendimento. Em uma destas, depois de tanto aguardar, resolvi desligar. Uns 3 minutos depois toca o telefone: "Sr. Elerson, aqui é o Robson da VIVO. A ligação caiu...". Pois é... Mas ninguém resolvia... Estava à beira da ANATEL. Jogaria a toalha...
Mas, e que "mas", aprendi uma lição importantíssima com a VIVO (pelo menos por aqui) quando me tornei o primeiro cliente da portabilidade em Macaé: o pessoal da loja resolve.
Já os elogiei aqui no post "Pontos para a VIVO" quando fui reconhecido pelo rapaz que havia feito a portabilidade 3 anos antes(!). São anos de experiências acumuladas por ali.
Foi lá que a Rafaela resolveu o problema da velocidade reduzida indevidamente aos 250MB. Deu trabalho, mas ela resolveu.
Mas, e que... chega de repetir! Foi no embate da velocidade 3G x 3G Plus que a loja ganhou mais pontos comigo.
Antes de levar o problema à ANATEL resolvi dar uma passada lá e ver o que eles podiam fazer. E o pessoal da portabilidade ainda estava lá (como errei no primeiro diagnóstico de alta rotatividade no setor) e me indicaram o GURU de Tecnologia, Thiago.
Pra minha sorte o Thiago tem um perfil que se pareceu com o meu. Não sei de onde herdou, mas haja paciência e crença em resolução de problemas... Ele enfrentou os mesmos desafios que eu sendo funcionário da operadora. O problema estava ali na frente dele, mas não conseguia fazer nada... Dependia de alguém do outro lado da linha. Ele mesmo me mostrou: em um sistema, 3G Plus (naturalmente o que estava "linkado"ao faturamento), no outro, 3G (infelizmente o que não me deixava voar baixo na mobilidade). Escreve daqui, liga dali e foram semanas se passando...
Qualquer um poderia ficar chateado... Desmotivado... Mas eu não...
Fui lá de novo... E o Thiago, num exemplo de profissionalismo que, tenho certeza, nunca vi nas outras operadoras das quais fui cliente, pegou o boi pelo chifre e foi me atualizando via SMS a cada tentativa frustrada. Correu atrás em canais de comunicação com outros "gurus"da companhia e envolveu mais de uma gerência na busca da solução. Até que um dia toca o telefone: "Sr. Elerson, vamos fazer um procedimento... Desligue o celular, por favor". Em menos de 40 minutos ele conseguiu me colocar para voar baixo de novo - no último sábado bati quase 6 megas de velocidade no Rio.
Uma vez mais fica a lição de gestão de pessoas. Experiência faz a diferença... É claro que poderia ter desistido antes e mudado para a Claro (TIM nem pensar...), mas não teria história para contar...
De minha parte fica o agradecimento aos que se envolveram no problema e principalmente ao Thiago.
Sei que encarar a clientela insatisfeita é uma excelente oportunidade para pensar em mudar de emprego, mas sei também da satisfação em ver um desafio superado.
Agora quero ver se os pontos que eles ganharam comigo, eu também ganho com eles, afinal, foram aproximadamente 5 meses pagando por algo que efetivamente não tive... Deixemos este acerto para a compra do iPhone 5.
Abro este post com as duas afirmações porque só alguém com bastante paciência e firme crença de que as coisas vão dar certo para passar, sem sobressaltos, pelo o que passei com a VIVO. E mais: ao final de tudo ainda manter a preferência pela operadora. Tenho certeza de que entenderão.
Em abril escrevi empolgado sobre a experiência de se utilizar o 3G Plus, internet turbinada da VIVO. Parecia um sonho... Mas, e que "mas", por alguma daquelas razões "sistemáticas" meu plano entrou numa espiral de erros que começou com a redução de velocidade com uma quantidade de dados que não correspondia ao meu pacote (250MB em vez de 750MB) - Deus meu, quanto tempo perdido no *8486. A cada atendente eu contava a mesma história e elas (em sua maioria) contavam uma outra estapafúrdia (quanto desconhecimento!). Uma delas chegou a dizer que minha VELOCIDADE estava ótima em 250MB - até eu explicar a diferença entre a quantidade de dados trafegados x Velocidade em bits por segundo... Espero que ela tenha recebido o aprendizado como um presente. Se sim, pelo menors contribuí com seu crescimento profissional... No final falo como foi resolvido.
... MAS numa bela manhã de sol... Por alguma daquelas razões "sistemáticas" perdi a velocidade 3G Plus. Lá estavam os 750MB de dados, mas já não dava pra tirar onda com ninguém... Minha velocidade não passava de 1,5MB. Um réles 3G (bem melhor que TIM, mas ainda assim, só 3G).
Mais uma vez uma enormidade de tempo no *8486... Cheguei até a Ouvidoria (ah, eles resolveriam...) para descobrir que "era assim mesmo...". O duro é que durante todo este tempo adivinhem qual descrição (e valor pago) na minha conta? "3G Plus"- o famoso "pagou mas não levou"... Atendentes dos mais diferentes sotaques se debruçaram sobre o meu problema. Alguns chegaram dizer que meu celular (atualmente - e só por enquanto - um Galaxy S) não "pegava" 3G Plus (ou seja, ou eu era doido ou mentiroso)...
Aqui vai um ponto positivo para a VIVO (pois é, sou um incorrigível). Inacreditável as vezes em que eles me ligaram para dar sequência ao atendimento. Em uma destas, depois de tanto aguardar, resolvi desligar. Uns 3 minutos depois toca o telefone: "Sr. Elerson, aqui é o Robson da VIVO. A ligação caiu...". Pois é... Mas ninguém resolvia... Estava à beira da ANATEL. Jogaria a toalha...
Mas, e que "mas", aprendi uma lição importantíssima com a VIVO (pelo menos por aqui) quando me tornei o primeiro cliente da portabilidade em Macaé: o pessoal da loja resolve.
Já os elogiei aqui no post "Pontos para a VIVO" quando fui reconhecido pelo rapaz que havia feito a portabilidade 3 anos antes(!). São anos de experiências acumuladas por ali.
Foi lá que a Rafaela resolveu o problema da velocidade reduzida indevidamente aos 250MB. Deu trabalho, mas ela resolveu.
Mas, e que... chega de repetir! Foi no embate da velocidade 3G x 3G Plus que a loja ganhou mais pontos comigo.
Antes de levar o problema à ANATEL resolvi dar uma passada lá e ver o que eles podiam fazer. E o pessoal da portabilidade ainda estava lá (como errei no primeiro diagnóstico de alta rotatividade no setor) e me indicaram o GURU de Tecnologia, Thiago.
Pra minha sorte o Thiago tem um perfil que se pareceu com o meu. Não sei de onde herdou, mas haja paciência e crença em resolução de problemas... Ele enfrentou os mesmos desafios que eu sendo funcionário da operadora. O problema estava ali na frente dele, mas não conseguia fazer nada... Dependia de alguém do outro lado da linha. Ele mesmo me mostrou: em um sistema, 3G Plus (naturalmente o que estava "linkado"ao faturamento), no outro, 3G (infelizmente o que não me deixava voar baixo na mobilidade). Escreve daqui, liga dali e foram semanas se passando...
Qualquer um poderia ficar chateado... Desmotivado... Mas eu não...
Fui lá de novo... E o Thiago, num exemplo de profissionalismo que, tenho certeza, nunca vi nas outras operadoras das quais fui cliente, pegou o boi pelo chifre e foi me atualizando via SMS a cada tentativa frustrada. Correu atrás em canais de comunicação com outros "gurus"da companhia e envolveu mais de uma gerência na busca da solução. Até que um dia toca o telefone: "Sr. Elerson, vamos fazer um procedimento... Desligue o celular, por favor". Em menos de 40 minutos ele conseguiu me colocar para voar baixo de novo - no último sábado bati quase 6 megas de velocidade no Rio.
Uma vez mais fica a lição de gestão de pessoas. Experiência faz a diferença... É claro que poderia ter desistido antes e mudado para a Claro (TIM nem pensar...), mas não teria história para contar...
De minha parte fica o agradecimento aos que se envolveram no problema e principalmente ao Thiago.
Sei que encarar a clientela insatisfeita é uma excelente oportunidade para pensar em mudar de emprego, mas sei também da satisfação em ver um desafio superado.
Agora quero ver se os pontos que eles ganharam comigo, eu também ganho com eles, afinal, foram aproximadamente 5 meses pagando por algo que efetivamente não tive... Deixemos este acerto para a compra do iPhone 5.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
O MDP e meu projeto de vida...
* Texto escrito em 06 de setembro
Segue o vôo e as reflexões sobre a viagem continuam...
Aliás, nota à margem, estas mensagens estão sendo postadas após meu desembarque porque, ao contrário da vinda, estamos numa aeronave mais antiga.
Quando
vim, cheguei elogiar a Lufthansa no Facebook, peguei um avião novinho em folha com várias opções de entretenimento (mesmo na classe econômica), contando inclusive com wifi a bordo. Os 19 Euros
pelo período da viagem (a zona de
cobertura, na verdade, fica só em território europeu) ou 10 por hora, além do cansaço, me tiraram a vontade de
navegar por aí. Ficou a curiosidade para ver
como andaria a velocidade... Fecho aqui a nota à margem. Voltemos às reflexões...
Provavelmente
todo curso de liderança passa a dica de pensarmos
sobre nosso futuro, planejá-lo e escrever sobre ele. 1
ano, 5 anos,... Alguns falam até em ter 10 anos escritos num
papel. Venho ouvindo isto desde os congressos de Empresas Juniores lá em meados de 90.
Pois bem,
tendo este Blog por testemunha, sou um dos que acredita neste tipo de coisa.
Entre 2000 e 2006 tive meu planejamento mentalmente montado. Em 2007, ao final
das disciplinas do primeiro MBA, fui levado pela boa leitura do "Qual a cor doseu para-quedas"
(este livro ajudou a mudar forma de me enxergar como profissional, por isso o
recomendo fortemente) a escrever, de verdade, meu plano para 2008-2012.
Disse
acima que tenho o Blog por testemunha porque lá no início de 2008 ele já existia e utilizei o espaço para compartilhar em vídeo os principais pontos para o ano. Os que tiverem com mais tempo
poderão vê-lo aqui...
Pelo
menos umas duas vezes a cada ano parei pra dar uma olhada neste documento. Ele
me serviu de bússola na mais importante decisão que tomei no período (mudar completamente de
vida, retornando para Macaé e assumir a função que tenho hoje - o que se mostrou uma decisão das mais acertadas em toda minha vida)...
Recentemente
retornei ao documento para fazer duas palestras a grupos de estagiários ingressando na empresa. Ao final da parte "técnica" me senti na obrigação de aconselhá-los de alguma forma. Resolvi
fazer por eles, o que fizeram por mim quando ainda era estudante. A dica é: pensem, reflitam e escrevam sobre o que esperam para os
próximos anos.
A idéia não é acertar na mosca. Seria impossível... O mais importante é definir os seus drivers, entender o que está por trás de suas aspirações e, por que não?, estabelecer algumas metas
a ser perseguidas.
Deixo o
meu caso como exemplo. Lembrando que estamos falando de algo que foi escrito
entre outubro e dezembro de 2007, eu tinha 1 ano e 6 meses de casado, era
gerente administrativo de uma empresa nacional com aproximadamente 200-250
funcionários (excelente, diga-se de
passagem) e terminando meu primeiro MBA. Vejam abaixo um pequeno trecho:
"Ao
final 2012 estarei com minha esposa, com um filho(a) de três anos, preparando a gravidez do segundo (e último) filho(a).
Terei
terminado um 2o MBA (em Finanças ou Projetos) e terei
iniciado em 2012 o 3o MBA (em Projetos ou Finanças) ou Mestrado (Economia ou
Administração). Ao terminar o MBA em
Projetos é desejável que eu tente o PMP. Quero ter tido, pelo menos, duas
oportunidades de realizar cursos internacionais como o módulo de Irvine-CA. Pretendo ser referência entre os que me conhecem em Estratégia e Finanças.
Estarei
trabalhando numa multinacional do ramo de Petróleo & Gás,
na área
de Gestão como gerente ou diretor. Se a companhia
oferecer oportunidade trabalho expatriado terei tomado esse caminho, caso
contrario, gostaria de estar morando em Vitória, Santos ou São Paulo, Rio, BH ou Curitiba."
Os que me
conhecem mais de perto já estão fazendo as contas. Eu ajudo vocês:
- Graças ao bom Deus segue tudo bem com o casamento. A D. Onça segue sendo minha esposa;
- O Antônio fez 3 anos no dia 24 do mês passado;
-
"Preparando" a segunda gravidez não é exatamente a palavra, mas ela está em pauta;
- Termino
o segundo MBA em março de 2013;
- Não terei iniciado o 3o... Mas ele, ou um mestrado, virá (provavelmente em 2015)
- Optei
pelo MBA em Finanças e não tive a chance de voltar a fazer módulos internacionais;
- De
certa forma tenho sido referência para os amigos quando o
assunto é Plano de Negócios, Estratégia (não tanto quanto gostaria) e Finanças (aí sim, a minha praia);
- A
melhor parte vem agora: a Susbsea 7 é uma das referências no Oil &Gas e minha função é fundamentalmente decisória, de gestão (imaginem-me olhando pra
este documento em novembro de 2010 ao receber a proposta para deixar São Paulo e voltar para Macaé, que por sinal, não está na lista das cidades
pretendidas (fazer o quê?);
Percebam
que não se acerta tudo. Alguns itens
vieram na mosca, outros dentro uma "tolerância" e outros nem
passaram perto. O importante, como disse, não é acertar. Peguemos o 3o MBA ou mestrado. Não veio e, se vier, deve aparecer com mais de 2 anos de
atraso. Errei? No timming sim, mas o que me levou lá atrás a escrever sobre ele é uma forte crença na Educação e ela está válida. Isso é o que realmente importa. O
mesmo vale para a 2a gravidez, o trabalho expatriado ou cidade desejada. Podem
até não vir no futuro. Não morrerei por causa disso...
O fato é que tenho noção exata de minhas aspirações e elas vão me guiando pelo caminho.
Fechando
este texto longo: isto tudo porque durante o curso lá em Aberdeen tivemos o mesmo exercício. Como estarei em 2017? Já tenho um esboço e tenho até dezembro para fechar a versão definitiva.
Encerro
dizendo o que deixei para aqueles estagiários: pensem sobre suas vidas,
escrevam sobre suas vidas.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Management Development Program
* Texto escrito em 06 de Setembro
Vamos
quebrar o jejum...
Estou no
vôo de volta ao Brasil após a segunda sessão de um curso que a companhia chama de MDP - Management
Development Program.
Trata-se
de um programa muito interessante, na verdade talvez o melhor que já tenha feito (mesma opinião de alguns companheiros
presentes com anos de experiência e muitos treinamentos nas
costas). Em resumo, os camaradas não reinventam a roda ou dão shows mirabolantes, dinâmicas matadoras... Eles
ensinam o simples, de uma maneira eficiente e
eficaz. De tão simples chega a
impressionar...
Sabem
aquelas técnicas de feedback, apresentação, negociação, alinhamento de equipes que
vivem circulando por aí, pois é, eles passam por tudo isso... O que faz o curso ser tão bom então?
Deve
haver muita ciência por trás, afinal a empresa (www.krauthammer.com) tem psicólogos no comando, mas o que
eles fazem é uma seqüência impactante de um slide apresentando um conceito, uma
pequena discussão e algumas simulações de situações da vida real (e põem real nisso) que nos marcam profundamente. Sei que é difícil que entendam pelo o que lêem, mas podem acreditar... Já não me lembro com exatidão o conteúdo dos poucos slides apresentados, mas não vou esquecer nunca o que senti durante as práticas (e também o que vi os outros
sentindo). Assim fica mais fácil replicar...
terça-feira, 14 de agosto de 2012
O Jovem Aprendiz e meu valor em Educação
Semana passada fui lembrado de um dos meus valores mais caros.
Para aqueles que refletem sobre o assunto: sabem aquilo que faz parte da suas crenças?
Pois é, a vida vai levando seu rumo, os muitos papéis a ser "desenrolados" vão tomando conta e, mesmo sem querer, por vezes nos distanciamos.
Fui uma espécie de "Amigo da Escola" depois que me graduei. Minha crença na Educação é muito forte (já escrevi por aqui sobre isso e parte de plano de voltar a estudar a cada 2-3 anos tem a ver com isso)...
Lembro que em Viçosa viviam dando filtros aos pobres, certamente algo necessário, mas passavam-se meses e os filtros já não estavam lá... Às vezes vendidos para virar comida, às vezes viravam bebida... O que aconteceria se dessem Educação? O que tirariam de lá? Comida? Bebida? Mais que isso... O duro é que os resultados demoram além do calendário eleitoral.
Voltando à semana que se passou, tivemos uma seleção para o programa "Jovem Aprendiz" e tive a chance de participar de uma rápida conversa com os candidatos. Meu Deus! Nossas escolas, definitivamente, não estão preparando nossas crianças e jovens. A amostra a que tive acesso é pequena, mas sei que estava diante de um retrato do nosso país. Estão aí as nossas classificações nas "rabeiras" de exames internacionais.
O pior, e o que mais me doeu dentro do meu apreço pelo tema, é que era nítido o esforço da maioria em correr atrás. Alguns andavam quilômetros, horas, para fazer 2-3 cursos ao mesmo tempo. Por falta de dinheiro faziam cursos de inglês gratuitos... Alguns com cursos técnicos após horas e dinheiro gastos em escolas que "ensino rápido".
Boa parte deles no afã de agradar tropeçavam em seu próprio Português. Definitivamente o óleo que sairá do pré-sal precisa mais que isso.
Não por acaso os postos mais demandantes de capacitação não são ocupados por pessoas oriundas de Macaé, mas de forasteiros. Se for contar os de Minas então?! (O que não quer dizer que lá seja o paraíso).
O fato é que diante daqueles jovens voltei aos meus primeiros anos como profissional.
Espero que as crianças e adolescentes que ajudei tenham tido um pouco mais de sorte.
Gostaria muito de poder ajudar, ampliar meu círculo de influência, ensinar mais... O que posso fazer é ensinar aqueles que estão ao meu redor (e escrever por aqui quando dá).
Diante do desânimo geral na busca da primeira oportunidade no mercado de trabalho só pude encerrar de uma forma: estudem, estudem e estudem.
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